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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Interino aponta “ataque orquestrado” a atuais membros do TCE

João Batista defendeu conselheira Jaqueline Jacobsen, alvo de denúncia por suposto tráfico de influência

O conselheiro interino do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) João Batista Camargo disse que os membros da instituição que ocupam os cargos na interinidade estão sendo alvos de um “plano de ataque orquestrado”, em razão de terem “contrariado interesse de poderosos”.

As afirmações foram dadas durante a sessão desta terça-feira (17), quando João Batista saiu em defesa da colega Jaqueline Jacobsen. Uma denúncia anônima protocolada nos ministérios públicos Estadual e Federal revela um suposto tráfico de influência a partir do gabinete dela.

“Nossa colega Jaqueline, assim como alguns de nós, tem tomado decisões que contraiam interesses poderosos, interesses de poderosas organizações há muito tempo encasteladas na administração pública”, disse.

“O ataque contra a conselheira não é isolado, faz parte de um plano orquestrado de ataque contra os substitutos que exercem interinidade nesse Tribunal e contra essa corte também”, acrescentou o interino.

O conselheiro afirmou também ter ficado extremamente abalado com as denúncias feitas contra a conselheira.

Para ele, o episódio se revela um “ataque covarde” e que, em sua visão, são provenientes de denúncias anônimas vazadas, “com clara manipulação de dados e fatos”.

“Em função de reiteradas notícias publicadas nos últimos dias, gostaria de externar a irrestrita confiança que temos na conselheira Jaqueline. A conselheira tem se destacado na sua atuação como interina por sua postura ética, imparcial e também pela firmeza”, defendeu.

“Vejo com muita clareza que suas decisões têm a técnica como enorme farol à sua frente. É uma pessoa de rara doçura, de mais rara ainda seriedade na condução dos seus trabalhos como membro dessa Casa”, emendou João Batista.

Ele citou, por fim, que foi aberta uma “temporada de caça aos conselheiros substitutos”.

Denúncia contra conselheira

 

A denúncia anônima relata que a conselheira teria em seu gabinete um advogado com a função de “captar clientes” para o escritório de assessoria jurídica onde atuariam a filha da conselheira, Eveline Guerra da Silva, e a irmã dela, Camila Salete Jacobsen.

 

O funcionário teria sido exonerado em julho deste ano.

 

Foi apontado ainda que Jaqueline não teria se declarado impedida em julgar processos das prefeituras e órgãos atendidos pelo escritório Jacobsen e Prates Soares Ltda, onde atuam a filha e a irmã da conselheira.

 

A conselheira disse que sempre declinou competência e se declara suspeita de relatos de processos que constavam contratos envolvendo seus parentes.

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