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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Tribunal mantém genro proibido de morar na casa de Arcanjo

Os dois são acusados de liderarem organização envolvida com lavagem de dinheiro e jogo do bicho

A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou recurso do empresário Giovani Giovanni Zem Rodrigues e o manteve proibido de manter contato com os demais investigados da ação penal derivada da Operação Mantus.

Giovanni buscava anular a medida cautelar para voltar a morar na casa do sogro, João Arcanjo Ribeiro, que é um dos investigados na ação.

A decisão foi dada durante sessão nesta quarta-feira (19).

A Operação Mantus, deflagrada em maio pela Polícia Civil, desarticulou duas organizações criminosas envolvidas com lavagem de dinheiro e jogo do bicho em Mato Grosso.

Giovanni e Arcanjo foram presos acusados de liderar uma dessas organizações, denominada “Colibri”. O empresário foi solto no mês passado mediante o cumprimento de medidas cautelares. Já Arcanjo continua preso.

No pedido, o empresário afirmou que a restrição é “absurda”, considerando que reside no mesmo imóvel que o seu sogro.

O desembargador Rui Ramos, relator do pedido, afirmou, porém, que a pretensão de Giovanni é “inviável”.

“A intenção das medidas cautelares impostas é justamente evitar que a suposta organização criminosa investigada continue as suas atividades, sem que ocorra encontros e contatos entre os investigados na perpetuação da atividade ilícita, excetuar o embargante de manter contato com, em tese, suposto líder da organização criminosa “Colibri”, seria contraditório com o que se deseja com a imposição das medidas cautelares diversas da prisão. Portanto, inviável a pretensão”, afirmou.

O voto do relator foi seguido pelos desembargadores Juvenal Pereira e Roberto Giraldelli.

Jogo do bicho

Além do grupo de Arcanjo e Giovanni, a operação também atingiu a suposta organização denominada “Ello/FMC”, que seria liderada pelo empresário Frederico Muller Coutinho. Os dois grupos disputavam “acirradamente” o espaço do jogo do bicho no Estado, conforme a Polícia.

Em julho, o juiz Jorge Luiz Tadeus Rodrigues, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, acatou as denúncias do Ministério Público Estadual (MPE) referente as duas organizações.

Na primeira denúncia, referente à organização “Colibri”, além de Arcanjo e Giovanni, também foram denunciados Noroel Braz da Costa Filho, Mariano Oliveira da Silva, Adelmar Ferreira Lopes, Sebastião Francisco da Silva, Marcelo Gomes Honorato, Agnaldo Gomes de Azevedo, Paulo César Martins, Breno César Martins, Bruno César Aristides Martins, Augusto Matias Cruz, José Carlos de Freitas, vulgo “Freitas”, e Valcenir Nunes Inerio, vulgo “Bateco”.

Todos vão responder pelos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho, extorsão, extorsão mediante sequestro e lavagem de dinheiro.

Já na segunda denúncia, referente à organização  Ello/FMC, além de Frederico Müller Coutinho foram denunciados,Dennis Rodrigues Vasconcelos, Indinéia Moraes Silva, Kátia Mara Ferreira Dorileo, Madeleinne Geremias de Barros, Glaison Roberto Almeida da Cruz, Werechi Maganha dos Santos, Edson Nobuo Yabumoto, Laender dos Santos Andrade, Patrícia Moreira Santana, Bruno Almeida dos Reis, Alexsandro Correia, Rosalvo Ramos de Oliveira, Eduardo Coutinho Gomes, Marcelo Conceição Pereira, Haroldo Clementino Souza, João Henrique Sales de Souza, Ronaldo Guilherme Lisboa dos Santos e Adrielli Marques.

Pesam contra integrantes da Ello/FMC a prática dos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho e lavagem de dinheiro.

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