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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Condenado por matar mulher e enteados há 22 anos é preso

Ele foi capturado em Goiás, onde também é apontado como maníaco que cometeu dezenas de estupros

Condenado a mais de 50 anos de prisão em regime fechado por triplo homicídio em Mato Grosso e considerado criminoso em série com mais de 20 estupros confirmados no Estado de Goiás, Wellington Ribeiro da Silva, de 52 anos, teve nove mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil.

 

Wellington estava foragido desde 2013. Na quinta-feira (19), ele foi apresentado à imprensa na sede da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Estado de Goiás.

 

A ação integrada foi feita com apoio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol-MT) e da Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (GO).

 

Wellingon Silva foi condenado por assassinar a companheira, Luzia Pereira da Cruz, e os dois filhos dela, de 10 e 3 anos de idade, em 1997, em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). O caso se tornou conhecido como a “Chacina do Monte Líbano” e teve grande repercussão, à época.

 

As investigações apontaram que, na época dos fatos, Wellington comandava uma quadrilha envolvida em diversos roubos e homicídios e tinha um relacionamento com Luzia. Depois de desconfiar que a companheira estava passando informações para a Polícia, Wellington decidiu matá-la.

 

Segundo a Polícia Civil, na noite do crime, o homicida foi até a casa da vítima e, depois de conversarem algum tempo, ele a abraçou e, sem possibilidade de resistência, esfaqueou a vítima violentamente.Não satisfeito, o suspeito ainda matou os dois filhos da vítima, um de 10 e outro apenas de 3 anos de idade. Os corpos foram encontrados dias depois.

 

Sentença, fuga e prisão

Wellington chegou a ser preso após a condenação da Justiça, mas foragiu da Presídio Major PM Eldo Sá Correa (Mata Grande) em 2013 e, desde então, seu paradeiro era desconhecido.

 

Na última semana, Wellington foi preso no Estado de Goiás, onde é considerado pela Polícia um criminoso em série, maníaco sexual, investigado pelo cometimento de crimes sexuais e apontado como autor de 22 estupros confirmados com as vítimas identificadas e autoria reconhecida.

A prisão do suspeito ocorreu após a troca de informações entre o Núcleo de Inteligência Operacional da Gepol e policiais civis da Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado, órgão integrante da Secretária Estadual de Segurança de Goiás.

A equipe da Polinter fez o encaminhamento dos mandados de prisão que estavam pendentes de cumprimento expedidos pela Justiça de Mato Grosso totalizando nove ordens judiciais.

O delegado, Carlos Levergger, um dos responsáveis pela força tarefa nas investigações dos estupros praticados no Estado de Goiás, disse que no momento da prisão, Wellington fazia uso de documento falso, sendo também autuado em flagrante pelo crime.

Foram atribuídos a ele os diversos crimes sexuais, que começaram a ser praticados desde 2008, alguns deles já confessados.

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