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domingo, 25 de outubro de 2020

Deputado quer pedir à Justiça por novo depoimento de doleiro

Comissão fez sessão secreta com doleiro, que acusou empresário de Mato Grosso

O deputado estadual Silvio Fávero (PSL) afirmou que acionará a Justiça para que o doleiro Lúcio Funaro – considerado um dos maiores delatores de esquemas da JBS – seja ouvido novamente pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa.

Isso porque Funaro esteve em Mato Grosso na semana passada para esclarecer a citação do empresário Fernando Mendonça durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do BNDES na Câmara Federal, em Brasília. Na ocasião, o doleiro afirmou que Joesley Bastista poupou Mendonça em sua delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Entretanto, após uma manobra de membros titulares da CPI da Renúncia, o depoimento do doleiro ocorreu a portas fechadas. Nos bastidores, a decisão foi vista como uma manobra para evitar que sejam expostos dados que possam comprometer políticos do Estado.

“Este é um descontentamento que tive aqui. Estou procurando os meios jurídicos sobre o depoimento à CPI com portas fechadas. Vou procurar os direitos para saber se cabe eu entrar com uma ação para requerer de novo esse depoimento, mas, agora, com portas abertas”, disse o parlamentar, no plenário.

Fávero, entretanto, sequer é membro titular ou suplente da CPI. São titulares: Wilson Santos (presidente), Janaina Riva (MDB), Carlos Avalone (PSDB), Max Russi (PSB) e Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD).

Já os suplentes são João Batista (Pros), Elizeu Nascimento (DC), Dilmar Dal’Bosco (DEM), Eugênio de Paiva (PSB) e Thiago Silva (MDB).

Apesar de haver críticas, até o momento, nenhum dos membros propôs novo depoimento de Funaro.

“A população não aceita mais esse tipo de política, depoimento com portas fechadas dentro desta Casa de Leis. Estou procurando os meios judiciais para ver se cabe chamar o doleiro novamente para prestar novo depoimento”, completou.

O depoimento

Antes de entrar para o depoimento, o doleiro falou com a imprensa e voltou a acusar o empresário Joesley Batista, do Grupo JBS, de poupar seu primo Fernando Mendonça, empresário em Mato Grosso, em sua delação premiada.

 

Lucio Funaro

“Não tenho nenhum fato a omitir, nada a esconder”, disse Lúcio Funaro

“Ele [Fernando Mendonça] era operador financeiro da JBS e isso foi falado por ele próprio para mim dentro da casa do Joesley, em Angra dos Reis”, afirmou Funaro.

Ele também foi questionado se teve, em algum momento, alguma relação com o ex-presidente da Assembleia, José Riva.

“Nenhum assunto a falar sobre ele, a não ser dizer que sou amigo dele. Nunca tive nenhuma transação política, nunca financiei nenhuma campanha dele. A única transação que tive com ele foi comercial, com uma empresa dele de compra e venda de imóveis”, afirmou.

Ainda na conversa com a imprensa, Funaro criticou a atitude dos parlamentares de fechar o depoimento.

“Acredito que não é uma atitude para ser tomada num estado democrático de direito. Todas as CPIs têm sido abertas, dando conhecimento à nação ao que está acontecendo em todo o País”, lamentou.

“Não tenho nenhum fato a omitir. Nada a esconder, estou firme em meu propósito de colaboração. Vou continuar colaborando com os órgãos, seja o Judiciário, Legislativo ou do Executivo”.

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