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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Janot revela que foi armado ao STF para matar Gilmar Mendes depois suicidar

‘Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele’, diz o ex-procurador geral da República

O Supremo Tribunal Federal (STF) quase foi palco de uma tragédia em 2017. Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, o ex-procurador geral da República Rodrigo Janot afirmou que chegou a entrar armado na Corte com a intenção de assassinar o ministro Gilmar Mendes e, depois, se matar. “Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele (Gilmar) e depois me suicidar”, afirmou Janot.

A tensão surgiu quando, em maio de 2017, o procurador geral apresentou uma suspeição sobre Gilmar, pedindo que o ministro fosse impedido de julgar um habeas corpus do empresário Eike Batista. A justificativa era de que a mulher do ministro, Guiomar Mendes, atuava no escritório Sérgio Bermudes, que advogava para o empresário.

Ainda segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, na defesa do pedido, Gilmar Mendes afirmou que Letícia Ladeira Monteiro de Barros, filha de Janot, defendia a OAS – empresa investigada na operação Lava Jato – em um processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Foi logo depois que eu apresentei a sessão de suspeição dele no caso do Eike. Aí ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal para uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal… e aí eu saí do sério”, afirmou o ex-procurador geral.

Ainda segundo o jornal, Janot foi até o Supremo armado, e chegou a ficar sozinho com Gilmar Mendes em uma antessala, mas desistiu no último instante de cometer o ato. O ex-procurador geral também relatou a história para a revista “Veja”. “Tirei a minha pistola da cintura, engatilhei, mantive-a encostada à perna e fui para cima dele. Mas algo estranho aconteceu. Quando procurei o gatilho, meu dedo indicador ficou paralisado. Eu sou destro. Mudei de mão.

Tentei posicionar a pistola na mão esquerda, mas meu dedo paralisou de novo. Nesse momento, eu estava a menos de 2 metros dele. Não erro um tiro nessa distância. Pensei: ‘Isso é um sinal’. Acho que ele nem percebeu que esteve perto da morte. Depois disso, chamei meu secretário executivo, disse que não estava passando bem e fui embora”, afirmou o ex-procurador geral. “Ele estava sozinho”, disse. “Mas foi a mão de Deus. Foi a mão de Deus”, completou Janot.

O caso também é relatado no livro “Nada Menos que Tudo”, escrito pelos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin com base em depoimentos de Janot, assim que ele deixou o cargo. No volume, porém, o nome de Gilmar Mendes é omitido do capítulo.

Cargos

O livro também conta detalhes sobre pedidos que Janot recebeu do ex-presidente Michel Temer (MDB), para que não fosse aberta uma investigação contra o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), a quem classificou de “o pior dos criminosos”.

Ele também relatou uma oferta que recebeu do deputado Aécio Neves (PSDB) para que fosse candidato a vice-presidente nas eleições de 2018. “Certo dia, em 2017,  Aécio, sentiu que o clima estava aquecendo com as investigações sobre a Odebrecht e me convidou para ser ministro da Justiça quando ele fosse eleito presidente da República no ano seguinte. Eu, é claro, declinei. Dias depois, ele voltou e me fez outra proposta: ‘Quero pedir desculpa. O convite não estava à sua altura. Eu acho que você podia ser o meu vice-­presidente’”, afirmou.

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