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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Mendes cita dívida feita por Taques e que não tem caixa para saldar

Governador ainda questionou as razões de Emanuel não ter cobrado ex-gestor

O governador Mauro Mendes (DEM) disse não haver previsão para o pagamento de R$ 68 milhões para a Saúde de Cuiabá. A dívida vem da gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB) e tem sido cobrada pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

Em conversa com a imprensa, na última semana, o democrata disse ter assumido o Estado com R$ 3,5 bilhões em restos a pagar. Além disso, deve fechar 2019 e 2020 no vermelho. Para este ano, o rombo é de R$ 1,6 bilhão. No ano seguinte, deve ficar em R$ 600 milhões.

Por conta disso, Mendes afirmou que as dívidas serão pagas conforme as prioridades da gestão.

“A dívida sempre existiu. Eu peguei o Governo com 11 meses de atraso na atenção básica. Peguei o Governo com R$3,5 bilhões de restos a pagar. Isso já foi amplamente divulgado”, afirmou.

“Então, óbvio, isso será pago na medida em que houver caixa e conforme a prioridade do Governo do Estado. Não temos nenhuma previsão, por enquanto”, acrescentou.

Em setembro, a Prefeitura de Cuiabá chegou a mandar uma notificação extrajudicial, estabelecendo um prazo de 72 horas para resposta sobre o pagamento.

O montante é relativo a serviços pactuados entre o Município e o Estado – ainda na gestão do Taques – e que não foram repassados para Cuiabá.

Segundo o prefeito, caso não ocorra o pagamento, a questão será judicializada.

Mendes afirmou que os repasses da Saúde em sua gestão estão em dia.

Ele ainda questionou as razões de Emanuel não ter cobrado a dívida ainda na gestão do tucano.

“É natural. Essa disposição que ele tem mostrado, deveria ter tido durante aquele que fez a dívida. É estranho ele cobrar de nós, que temos pagado literalmente em dia o Município. Não devemos um único mês. E ele nunca veio a público cobrar aqueles que ficaram devendo”, disse.

“Isso mostra, no mínimo, uma dissidia dele, uma irresponsabilidade. Ele deveria ter cobrado insistentemente aqueles que atrasaram o Município de Cuiabá. Inclusive, uma parte dessa dívida é da minha época, quando eu era prefeito de Cuiabá”, completou.

 

 

 

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