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sábado, 23 de janeiro de 2021

Marido participou do assassinato e é procurado, diz Polícia Civil (Morte da Enfermeira)

Segundo versão dada por suspeito preso, empresário queria apenas dar um “susto” na vítima

A Polícia Civil confirmou que o empresário Ronaldo Rosa, marido da enfermeira Zuilda Correia Rodrigues, de 43 anos, não só foi o mandante da morte como também participou do assassinato da esposa.

A Justiça emitiu um mandado de prisão preventiva conta Ronaldo, porém ele segue foragido. Já o outro suspeito, o policial militar Marcos Vinícius Pereira Ricardi, está preso e confessou o crime. Ele trabalhava como vigilante do espetinho que pertencia ao casal.

Zuilda estava desaparecida desde o dia 27 de setembro e seu corpo só foi localizado nesta terça-feira (8), na zona rural de Sinop (499 km de Cuiabá).

Com base no depoimento do PM, o delegado Carlos Eduardo Muniz relatou que o marido teria chamado o policial para “dar um susto” na vítima, forjando um assalto.

“Eles estavam juntos, o marido e o policial. Conforme o interrogatório, houve a suposta tentativa de roubo e agressões por parte do Ronaldo. Esse policial militar teria sido convidado pelo marido para participar”, relatou Muniz.

No entanto, o plano teria dado errado em algum momento, resultando na morte da vítima.

O delegado disse que Zuilda foi espancada e enforcada pelo marido. A enfermeira teria caído no chão já sem vida. Com isso, Ronaldo teve a ideia de desovar o corpo em um bueiro. O corpo foi arrastado até um córrego em uma região de mata.

Marcos Vinicius foi quem apontou onde o corpo da enfermeira havia sido ocultado. O local é de difícil acesso com cerca de 700 metros de mata fechada. O corpo chegou a ser arrastado pela água de uma tubulação por cerca de 1,5 km.

Por conta do tempo e da água, o corpo da vítima já estava em avançado estado de decomposição e com diversos danos. Porém, ela foi identificada pelo relógio de pulso e outros acessórios.

O crime teria sido motivado por problemas no relacionamento do casal. Conforme o delegado, os dois viviam discutindo e o crime é configurado como feminicídio.

Apesar da versão apresentada pelo militar, Muniz afirmou que as provas coletadas ao longo da investigação devem apontar com mais precisão as circunstâncias do crime.

O desaparecimento

O boletim de ocorrência registrando o desaparecimento foi feito pelo próprio marido, na semana passada. Ele contou que encontrou manchas de sangue e fios de cabelo na caminhonete do casal, em frente à residência deles.

Segundo o homem relatou à Polícia, antes do desaparecimento, ele havia buscado a esposa no Hospital Santo Antônio, onde Zuilda trabalhava. Mas ela não estava lá.

Posteriormente, ele seguiu para o espetinho que o casal possuía e ficou à sua espera.

Ao notar a ausência da esposa, ele relatou ter retornado à residência, onde não a encontrou. Ele diz que então seguiu para a igreja que esposa frequentava, onde também não a localizou.

Segundo o marido, já preocupado, ele retornou para casa e encontrou a caminhonete do casal na porta. Ao pegar as chaves reservas, constatou que estava faltando roupas de Zuilda e uma quantia em dinheiro. Ao checar a caminhonete, relatou ter visto manchas parecidas com sangue e fios de cabelo.

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