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sábado, 31 de outubro de 2020

Mendes pede punições severas e debate sobre pena de morte

Ele debateu sobre Segurança, junto com governador do Rio de Janeiro, em um encontro de gestores

O governador Mauro Mendes (DEM) defendeu, nesta terça-feira (08), penas mais duras para crimes de maior gravidade como tráfico de armas e drogas no Brasil.

Para o gestor, é necessário um maior debate acerca da pena de morte no País. A defesa foi feita durante reunião do Fórum dos Governadores, em Brasília.

No discurso, o governodor lembrou dados da violência divulgados pelo “Atlas da Violência”, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Conforme o levantamento, em 2013, foram 55 mil assassinatos no Brasil. Este número cresceu e ultrapassou 65 mil registros em 2017.

“Quando alguém ousa falar assim: ‘Eu defendo pena de morte para alguns tipos de crime’ aparecem alguns e dizem: ‘Olha, vai morrer alguns inocentes’. Não estou aqui para defender a pena de morte, mas tenho coragem de debater esse tema”, disse Mendes.

 

“Mais de 60% dos crimes estão diretamente associados ao tráfico de drogas. Se olharmos no mundo inteiro, os únicos países que conseguiram conter essa praga, essa epidemia, esse câncer, foram os que adotaram penas muito radicais para sua prática. Investir na polícia é ótimo. Tecnologia é muito bom. Mas se isso resolvesse não teria tráfico de drogas nos Estados Unidos”, acrescentou.

Mendes citou que a mudança das leis é de responsabilidade do Legislativo brasileiro. Entretanto, afirmou que os congressistas não debatem o tema como deveriam.

“Claro que esse tema é dos nossos senadores e deputados. Mas, como muitos temas, o Congresso não tem a coragem de fazer [o debate] na profundidade e com a grandeza que deve ser feito para mudar o País”, afirmou.

Nova legislação

Mauro, ainda, defendeu que a União dê aos Estados, por meio de medidas legislativas, o poder de fazer mudanças em normas que, hoje, somente o Congresso tem autorização para mudar.

“Já que a União não quer pagar essa conta, que nos dê, através de mudanças constitucionais, a liberdade de fazê-lo nas normas do nosso Estado. E, aí, vou mostrar que se a gente mudar a lei lá vamos fazer uma revolução na Segurança Pública”, disse.

“Porque se não, vamos ficar falando em mais recursos, mais recursos… O Governo Federal vai nos enrolar. […] Sugiro que façamos uma abordagem um pouco diferente, para quem sabe, produzir um resultado diferente do que aquilo que foi feito ao longo dos últimos 30 anos”, afirmou.

Aliança com Rio de Janeiro

No encontro, Mendes recebeu a proposta do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), para aproximar as polícias dos dois Estados. A proposta, aceita por Mendes, é que as Polícia Civil e Militar atuem junto com a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal,

“Vamos trabalhar juntos. Temos que unir esforços dos governadores, do Governo Federal, para melhorar os nossos resultados na segurança pública do País”, completou Mendes.

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