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sábado, 5 de dezembro de 2020

PF queima equipamentos dentro de garimpo ilegal em MT

Justiça havia determinado destruição de tudo que for encontrado em lavra, em Aripuanã

A Polícia Federal queimou, na manhã desta quarta-feira (9), parte do maquinário utilizado no garimpo ilegal fechado em Aripuanã (1.002 km de Cuiabá).

Na segunda-feira (7), a PF deflagrou a segunda fase da Operação Trype, que combate garimpos ilegais no Estado.

A ação é em decorrência da ordem judicial que estabelece a destruição de tudo encontrado na lavra ilegal.

Em imagens aéreas registradas pelos policiais, nota-se grande quantidade de fumaça saindo do garimpo como resultado da queima do equipamento.

Além disso, a Polícia também realizou a implosão do local na terça-feira (8). Com isso, o terreno ficou vulnerável, segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp).

Revolta da bateia

 Na manhã de terça-feira (8), cerca de 300 garimpeiros saíram pelas ruas de Aripuanã em protesto contra a operação. O garimpo interditado abrigava 1,5 mil homens e mulheres.

O movimento exigia a retomada de bens que ficaram no garimpo, entre eles o maquinário.

No entanto, a decisão da Justiça não permite a devolução dos equipamentos.

Em um vídeo, os manifestantes aparecem levantando duas caminhonetes da empresa Nexa – uma multinacional que atua em vários países – para fechar a rua. Ao final, eles comemoram o ato.

A PF também chegou a colocar um helicóptero na entrada da cidade para tentar reprimir o movimento.

A PM informou que os manifestantes ameaçaram os comerciantes caso não fechassem os estabelecimentos.

Os garimpeiros disseram que iriam invadir as propriedades comerciais e praticariam atos de vandalismo. Com isso, instaurou-se o clima de medo e tensão no Município.

A Polícia negou qualquer violência na manifestação e ninguém foi preso.

O delegado federal Carlos Cotta, que está à frente da operação, informou que a evacuação do garimpo ocorreu de forma “ordeira e tranquila”.

Segundo ele, os garimpeiros tiveram a oportunidade de deixar o local levando seus pertences.

“Alguns tentaram argumentar para levar maquinário pesado, justamente o maquinário utilizado na extração do ouro. Isso não foi possível porque a determinação judicial é justamente no sentido da destruição desse material e também implosão daquelas casas que foram criadas ali ao longo do tempo”, explicou o delegado.

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