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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Governo prevê fim do déficit financeiro de MT somente em 2021

Gallo diz que melhora do cenário de iniciou este ano, com corte de gastos e melhora na arrecadação

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, afirmou que o reequilíbrio fiscal de Mato Grosso deve ocorreu somente em 2021. Isso porque, segundo ele, o cenário econômico começará a melhorar a partir do final do ano que vem.

Em entrevista à imprensa, na última semana, Gallo atribuiu o reequilíbrio fiscal do Estado a uma série de medidas adotadas para a diminuição do custeio da máquina pública.

“Nós devemos chegar ao final de 2020 com todas as premissas ocorrendo: o País voltando a crescer, o PIB [Produto Interno Bruto] voltando a crescer e com a economia de fato seja ativada. Assim, teremos no final de 2020, entrando em 2021, um cenário de equilíbrio econômico”, disse.

Gallo lembrou que o governador Mauro Mendes (DEM) iniciou 2019 com um déficit orçamentário de R$ 1,7 bilhão e a previsão era de que esse cenário se mantivesse. Entretanto, segundo ele, com as medidas adotadas este ano, o valor será menor.

Em julho, o Governo encaminhou um projeto de lei à Assembleia Legislativa para reinstituir os incentivos fiscais de empresas. O governo ainda suspendeu qualquer aumento salarial aos servidores.

Além disso, Gallo citou que foram economizados R$ 200 milhões com custeio da máquina apenas nos primeiros oito meses de gestão. Esses gastos correspondem a prestação de serviços, água, luz, telefone, papeis, dentre outras despesas básicas.

 

“Isso já faz com que ao fim do ano, a gente não chegue com dívidas para o ano seguinte na ordem de R$ 1,5 bilhão como estava previsto. Vamos terminar em uma condição muito melhor. Em torno de R$ 1 bilhão a menos”, explicou.

 

“Foi feito um trabalho para melhoria da receita. Cortamos alguns incentivos fiscais que não tinham o menor sentido, que eram, de fato, privilégios. Mantemos os que tinham sentido para o desenvolvimento do Estado.De outro lado trabalhando fortemente no corte e no controle da despesa. Não deixamos crescer a despesa com pessoal, porque nós não podíamos, em função do estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal. Tivemos inclusive uma greve”, afirmou.

 

Crescimento do PIB     

 

Apesar da boa perspectiva para o futuro, Gallo citou ainda haver um baixo crescimento da economia este ano. Para ele, isso se deve a demora na aprovação de reformas previstas para ocorrer no Congresso Nacional, em especial a da Previdência.

Para ele, houve uma grande expectativa do mercado para a aprovação das novas legislações. A reforma da previdência – ainda em trâmite no Senado – por exemplo, estima uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em 10 anos.

“Isso acabou refletindo no humor do mercado e, consequentemente, no ritmo de atividade econômica no nosso País. Mas para o ano que vem, de fato, há uma perspectiva melhor”, disse.

Para o ano que vem, a perspectiva do País é de um crescimento do PIB de quase 2%. Em Mato Grosso, segundo Gallo, a estimativa é de 3,8%.

“Nós colocamos uma média de 3,8% de tudo que é produzido no Estado. Quer dizer, há uma expectativa de fato da retomada do crescimento econômico, que é importante para todo mundo. Isso gera emprego, gera renda, consumo. É bom para o comércio, indústria. Enfim, estamos com uma boa expectativa para o ano que vem”, completou.

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