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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Mendes diz ter pago R$ 1 bi, mas dívida não será zerada esse ano

Segundo o democrata, quando assumiu o Estado, os restos a pagar totalizavam R$ 3,7 bilhões

O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que de janeiro a outubro deste ano conseguiu pagar pouco mais de R$ 1 bilhão de dívidas herdadas por ele da gestão de seu antecessor, o ex-governador Pedro Taques (PSDB).

Segundo o democrata, quando assumiu o Estado, os restos a pagar totalizavam R$ 3,7 bilhões. Apesar do esforço, ele disse que ainda este ano não será possível saldar todo esse passivo.

“Já pagamos mais de R$ 1 bilhão, estamos chegando próximo a R$ 1,5 bi que já conseguimos limpar de dívida do governo anterior. É muita coisa, mas graças a Deus conseguimos e queremos até o final do ano melhorar um pouco mais”, disse.

“Mas, infelizmente, não vamos conseguir zerar essa conta ainda no primeiro ano do nosso governo”, acrescentou.

As declarações foram dadas na noite da última segunda-feira (14), em entrevista ao programa Resumo do Dia.

Na ocasião, o governador listou alguns dos problemas encontrados por ele ao assumir o Paiaguás, entre os quais atrasos em pagamentos na área da Saúde, viaturas que deixaram de rodar em todo o Estado, em função de atraso no pagamento dos fornecedores de combustível, além de salários e décimo terceiro atrasados.

“Essa foi a realidade que encontramos. O Estado vinha com um desempenho muito ruim nos anos que nos antecederam. Para que pudéssemos consertar isso, tomamos medidas necessárias e que alguns chamaram de medidas duras”, disse.

“Graças a Deus isso já tem dado efeito. Começamos a colher os frutos. Nesse mês de outubro já pagamos o salário não mais em três parcelas, mas sim em duas; quitamos o 13º do ano de 2018 e estamos num processo de regularizar as contas de muitos fornecedores”, elencou Mendes, ao afirmar que, gradativamente, as contas do Governo vão apresentando sinais de melhora.

Alívio financeiro

Ele citou também o empréstimo US$ 250 milhões tomado pelo Estado com o Banco Mundial e que permitiu ao Estado quitar outro empréstimo feito ainda na gestão do ex-governador Silval Barbosa junto ao Bank of America.

A operação permitiu que o Estado passe a ter uma nova dívida, só que com melhores condições de pagamento: prazo alongado de quatro para 20 anos e com juros anuais passando dos atuais 5% para 3,5%.

“Esse empréstimo não foi um empréstimo que deixou dinheiro no caixa do Estado. Ele foi utilizado para pagar outra dívida. Mas ele foi muito importante, porque ganhamos no curto e médio prazo, ajudando a aliviar o caixa de Mato Grosso”, concluiu.

 

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