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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

TJ manda soltar acusado de “gerenciar RH” de facção em MT

Gilberto Giraldelli entendeu que há excesso de prazo na prisão de Wanderson Pinheiro de Souza

A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou a soltura de Wanderson Pinheiro de Souza, considerado o responsável pelo setor de “recursos humanos” da facção criminosa Comando Vermelho.

A decisão foi dada durante sessão na tarde desta quarta-feira (23).

Os desembargadores Juvenal Pereira e Rondon Bassil Dower Junior seguiram o voto do relator, Gilberto Giraldelli.

Wanderson estava preso desde março de 2018 em decorrência da Operação 10º mandamento, da Polícia Civil. À época, a ação prendeu 36 integrantes da facção, envolvidos em ataques a prédios públicos, incêndios e pichações na cidade de Barra do Garças (509 km de Cuiabá).

Segundo as investigações, Wanderson era responsável pelo “cadastramento” de novos membros do Comando Vermelho e também administrava o “recursos humanos” da facção no Estado.

RH

Em seu voto, Giberto Giraldelli entendeu que Wanderson excedeu o período de prisão preventiva.

O membro da facção deverá, agora, cumprir medidas cautelares que serão determinadas pelo juízo de 1ª instância.

“Tem quase dois anos que esse cidadão está preso e, embora eu reconheça a periculosidade da situação toda, não posso deixar de reconhecer o excesso de prazo”, disse.

“Além disso, o processo ainda esta na fase de recebimento da denúncia, daquelas defesas preliminares. Há necessidade de um desmembramento dessa quantidade de réus, porque tocar uma ação com 44 réus, com advogados diversos, com Defensoria Pública, com expedição de carta precatória, é evidente que vai demandar tempo”, acrescentou.

10º Mandamento

A operação foi deflagrada no dia 14 de março de 2018 para cumprimento de 51 ordens judiciais (38 mandados de prisão e 13 buscas e apreensão) nos Estados de Mato Grosso, Goiás e Paraná.

Em Mato Grosso, as ordens de prisão foram cumpridas em Barra do Garças Rondonópolis (01 reeducando), Água Boa (07 reeducando e 03 soltos) e Cuiabá (08 lideranças – sete custodiados e um solto).

Além de Wanderson, também foram presos, à época, Renildo Silva Rios (Snype), considerado o líder da organização, que está preso no presídio federal de Catanduvas (PR), Gilson Rodrigues dos Santos (Tião/Russo), que seria responsável pelas finanças da facção e as jovens Carla Eduarda dos Santos e Emmylee Souza, que tinham a função de definir qual pena seria aplicada aos inimigos da organização.

A operação foi deflagrada em resposta aos fatos acontecidos em maio de 2016, quando a organização teria comandado disparos de arma de fogo na 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia da Mulher de Barra do Garças, e na sequência o incêndio, com uso de coquetel conhecido por “Molotov”, na casa de um agente penitenciário de Barra do Garças.

Durante as investigações foram apurados, ainda, atos delituosos como a pichação na cela interna do prédio do Fórum da Comarca de Barra do Garças, com as siglas da facção criminosa.

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