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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

‘Taques deu ordem para destruir placas’, afirmam coronéis

Os militares prestaram depoimento à Força Tarefa da Grampolândia

O ex-comandante da Polícia Militar de Mato Grosso, Zaqueu Barbosa, e o ex-chefe da Casa Militar, Evandro Lesco, afirmaram em depoimento à Força Tarefa da grampolândia Panataneira que, a ordem para destruir o Sistema Sentinela e o HD contendo todas as interceptações telefônicas clandestinas, partiu do ex-governador Pedro Taques (PSDB).  O tucano nega a acusação.

Os dois coronéis estiveram no Complexo Miranda Reis, onde as delegadas Ana Cristina Feldner e Jannira Laranjeira conduzem as investigações dos inquéritos que apura a criação de um escritório clandestino de arapongagem para interceptar adversários políticos entre 2014 e 2015.

Segundo apurado pela reportagem, tanto Zaqueu Barbosa quanto Lesco, admitiram que logo após da descoberta do esquema, pelo ex-secretário de Segurança Pública (Sesp), Mauro Zaque, no fim de 2015, que teriam recebido ordem de Pedro Taques para que interrompessem as interceptações e destruíssem todo os equipamentos de espionagem.

Zaqueu disse em depoimento que foi chamado ao gabinete do governador Pedro Taques, que determinou que o escritório fosse desmontado e que todas as provas deveriam ser destruídas.  Logo após isso, Zaqueu teria repassado a ordem para Lesco e para o  ex-secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Airton Siqueira.

Evandro Lesco confirmou também em depoimento que teria recebido as ordens de Zaqueu juntamente com o coronel Airton Siqueira. Porém, Siqueira nega que a ordem partiu do ex-governador.

Dos 3 coronéis, apenas Siqueira não foi denunciado pela Justiça Militar. Ele é investigado apenas no inquérito da Operação Esdras, que desvendou uma tentativa de obstruir a Justiça ao procurar gravar o desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A destruição das placas Wytron que compunham o Sistema Sentinela, já havia sido revelad pelo cabo da PM Gerson Corrêa em 2017. Segundo o militar, ele teria queimado as placas e HD que continha as gravações no quintal da residência de sua mãe e depois jogou o que sobrou no rio Cuiabá.

As declarações dos dois coronéis complicam ainda mais o ex-governador que já foi acusado pelos militares como o mandante e financiador do esquema de interceptações clandestina juntamente com o seu primo, o ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques.

Sentinela

O sistema Sentinela foi implantado de forma clandestina por um grupo de policiais para “vasculhar a intimidade de pessoas, utilizando como subterfúgio investigação de alvos criminosos”, segundo apontam as investigações. O sistema de arapongagem contava com um manual de instrução e a implantação dele foi coordenada pelo cabo Euclides Torezan, que chegou a ser preso, mas foi liberado por estar colaborando com as investigações.

Wytron

De acordo com o cabo Gerson, as placas Wytron usadas na grampolândia seriam do Ministério Público (MP) de Mato Grosso, antes da implementação do Sistema Guardião.

Porém, o MP revelou recentemente que as placas foram cedidas para a extinta Secretaria de Justiça e Segurança Pública.   Na época, o atual secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, era adjunto e foi quem assinou o termo de cessão.

Porém, Bustamante alega que não encontrou o termo entrega e recebimento das placas, por isso, diz que nunca chegaram  na secretaria.   Já o MP alega que a entrega ocorreu no termo de cessão.

Outro lado 

“Como nunca fiz nada de errado, estou tranquilo, aliás, desde de maio de 2017, há mais de dois anos, quero falar, pois ninguém está acima da lei, todos dever ser investigados, já protocolei pedidos para eu ser ouvido”, respondeu Taques.

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