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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Selma: “Ministros não ouvem o povo, só veem o próprio umbigo”

Em entrevista à Revista Época, senadora do Podemos diz que julgamento é uma ameaça à Lava Jato

A senadora Selma Arruda (Podemos) afirmou que uma eventual decisão do Supremo Tribunal Federal, acabando com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, é uma ameaça às investigações da Operação Lava Jato.

 

A declaração foi dada por Selma em entrevista à Revista Época, nesta terça-feira (29).

 

Para a juíza aposentada, os ministros estão votando a matéria “olhando para o próprio umbigo” sem ouvir os anseios da população. Atualmente, o julgamento tem quatro votos a favor da prisão após condenação em segunda instância e três contra.

O julgamento será retomado no dia 7 de novembro. Ainda faltam os votos dos ministros Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.

“Vai ser o golpe mais duro na Lava Jato até hoje. Era para ter gente acampada na frente do STF, e não tem. Os caras fizeram esse julgamento a conta-gotas para isso, para causar essa apatia. Eles não ouvem o povo, não sabem o que as pessoas querem, não sabem o que o Brasil quer. Só veem o próprio umbigo”, disse a senadora.

Há três meses Selma entregou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado o relatório favorável a uma emenda na Constituição para fixar a legalidade da prisão em segunda instância.

À publicação, a congressista relatou que mesmo com a pauta sendo julgada no STF, o Senado deveria “se impor” e aprovar a emenda.

“É o momento de o Senado se impor. Até agora, o Senado não conseguiu se impor em nada neste ano. Somos carimbadores da Câmara e estamos à mercê da vontade do presidente do Senado e da presidente da CCJ. Fomos eleitos para quê? Temos de legislar”, afirmou.

“Depois não podem reclamar do Supremo. A prisão em segunda instância é uma bandeira que a gente não pode baixar. Foi um discurso que todos usaram na hora da campanha e agora deixam para trás”, completou.

Para ela, o Congresso Nacional tem pautas que deveriam ir à discussão, mas ainda são “tabus” para os congressistas.

“Sim, infelizmente o Congresso ainda tem tabus. É terrível. Tem muita gente que não quer enfrentar o assunto para não se expor. Ficam mandando vídeos nos grupos de WhatsApp, mas não agem. Há algumas ações que são urgentes, deveríamos ter sido adotadas há muito tempo”, afirmou.

 

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