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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Marcia veta mulheres desacompanhadas em gabinete de Emanuel

“Ela tem medo que armem para mim”, disse prefeito sobre pedido de sua esposa

A primeira-dama Marcia Pinheiro proibiu que o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) receba mulheres desacompanhadas em seu gabinete, na Prefeitura. A informação é do próprio Emanuel.

Segundo ele, a esposa quer evitar qualquer tipo de armação de adversários. O prefeito disse que a precaução começou a ser adotada após o caso do vereador Adevair Cabral (PSDB). Ele foi acusado de assédio sexual por uma ex-servidora da secretaria de Saúde da Capital.

Na última semana, o Ministério Público Estadual (MPE) decidiu arquivar um inquérito que investigava uma denúncia de que a sede da Associação dos Servidores da Prefeitura de Cuiabá (Aspe) estaria sendo usada pelo tucano para promover prostituição de menores.

“O que esse Adevair sofreu, o que a família dele sofreu. As humilhações, provocações. O que aconteceu com este homem para menos de uma semana depois a primeira denúncia ser arquivada por falta de provas. Pelo amor de Deus. Acusar a moral, a honra de uma pessoa, é grave, é sério. Tem que ter provas”, disse ele durante conversa com a imprensa, na última sexta-feira (08).

“Quer dizer que se alguém chegar amanhã e dizer que foi assediada pelo prefeito vai ficar por isso mesmo? Minha esposa ficou tão preocupada com isso que me proibiu de atender mulheres sozinho no meu gabinete. Ela quer uma pessoa junto”, acrescentou.

Segundo o prefeito, Marcia teme que ocorra uma falsa acusação que possa mandar sua imagem.

“Chegou uma mulher, pediu audiência comigo, ela quer um assessor perto de mim. Porque ela tem medo que armem para mim e a pessoa saia dizendo que Emanuel tentou estuprar no gabinete da Prefeitura. Já pensou o estrago?”, disse.

“Ela não quer mais que eu atenda, por medo que armem para mim. Que tentem dizer que o prefeito assediou, tentou estuprar, agarrar”, afirmou.

Para Emanuel, atualmente, os políticos sofrem condenação antecipada.

“As coisas no Brasil precisam voltar à normalidade. As pessoas precisam deixar de serem más. As pessoas precisam ser mais justas, mais corretas, mais equilibradas. Hoje está uma situação esquisita. Qualquer coisa denigre, ainda mais se for político”, completou.

Entenda o caso

Na semana passada, Adevair registrou um boletim de ocorrência contra o vereador Abílio Junior (PSC). Conforme o relato do próprio parlamentar, Abílio teria uma foto na qual o tucano aparece deitado em uma cama, sem detalhar em que circunstância.

Após o fato, Abílio veio a público e relatou que a foto, na verdade, se tratava de um “nude” que Adevair teria mandado para uma servidora da Saúde há pouco mais de um ano.

A mulher teria lhe dito que o vereador lhe mandou fotos íntimas por meio do WhatsApp e a perseguiu após ela recusar suas investidas.

Ainda na semana passada, uma ação do MPE contra o tucano veio à tona pela suspeita de corrupção de menores, exploração sexual de menores e favorecimento à prostituição.

A denúncia foi feita de maneira anônima em agosto de 2017 e é analisada pela 5ª Promotoria de Justiça Criminal de Várzea Grande. Além do vereador, ainda foram acusados mais uma pessoa e um clube de servidores em Cuiabá.

No último dia 5 de novembro, Adevair se defendeu, durante a sessão plenária, das acusações de assédio.

Em discurso na tribuna, disse, chorando, que está sendo vítima de “perseguição política”.

“Não quero atacar nenhum vereador, nem meus inimigos que estão atacando minha honra, que estão atacando minha família e que tentam jogar meu nome na lama. Quero esclarecer que estou sendo vítima de uma grande perseguição política”, disse.

 

 

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