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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Juiz condena Arcanjo a oito anos de prisão por lavagem de dinheiro

Bicheiro foi acusado de criar empresas no Uruguai para lavar o dinheiro do crime organizado

O juiz federal João Moreira Pessoa de Azambuja condenou João Arcanjo Ribeiro a oito anos e quatro meses de prisão em regime fechado, pelo crime de lavagem de dinheiro.

O bicheiro foi acusado de criar empresas no Uruguai para lavar o dinheiro do crime organizado antes de retorná-lo ao Brasil.

O caso começou a ser investigado em 2003 pela Polícia Federal na “Operação Arca de Noé”. O bicheiro foi apontado como líder de uma organização criminosa que lavava alta quantia em dinheiro oriundo do crime organizado, por meio de transações com empresas no Uriguai.

O magistrado considerou que a organização criminosa não encontrou obstáculos para reciclar a elevada quantia de dinheiro do crime organizado, que demandou diversas operações para que fosse repatriado.

Ele então condenou Arcanjo a oito anos e quatro meses em regime fechado, por considerar que ele não atende as condições para fixação de regime inicial menos gravoso.

“Assim, agindo, ocultou, dissimulou a natureza, origem, localização, disposição, movimentação de valores provenientes diretamente de crime contra sistema financeiro nacional, introduzindo-os no Brasil em atividades econômicas e financeiras”.

Arca de Noé

A Operação Arca de Noé foi deflagrada em 2002 pela Polícia Federal e desmantelou sistema financeiro à margem do oficial liderado pelo ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro.

O então criminoso contava com o auxílio de políticos como os ex-deputados José Riva e Humberto Bosaipo.

O objetivo era desviar dinheiro público por meio de empresas fantasmas e depois lavar as quantias nas factorings de Arcanjo.

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