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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Defesa de coronel recorre contra condenação nos grampos

Zaqueu Barbosa foi condenado a 8 anos de prisão e a perda da patente

A defesa do ex-comandante da Polícia Militar, coronel Zaqueu Barbosa, apresentou o primeiro recurso contra a sentença que o condenou pelo esquema conhecido como “Grapolândia Pantaneira”.

Zaqueu foi condenado pelo Conselho da Justiça Militar, presidido pelo juiz Marcos Faleiros, no último dia 7, a 8 anos de prisão em regime semiaberto e a perda da patente militar.

De acordo com o advogado Francisco Monteiro, o recurso trata-se de uma apelação, que é usada como instrumento justamente para informar ao juiz que a defesa não concorda com a sentença e que irá recorrer.

“Se a petição estiver no prazo, e estiver tudo certo, o juiz a recebe, e aí intima a defesa para que apresente as razões da apelação, ou seja, os motivos pelos quais a sentença deve ser alterada”, disse.

“Com os motivos da apelação em mãos, o juiz a encaminha para julgamento no Tribunal de Justiça”, acrescentou.

Para Francisco Monteiro a pena é “exacerbada”, visto que o coronel detalhou diversas partes do esquema.

“A nossa luta é para ter uma pena compatível e razoável com aquilo que ele confessou. A defesa entende que a pena foi exacerbada […] Ele julgou cada crime de forma independente. E, julgando cada crime de forma independente, chegou em uma pena absolutamente incompatível com aquilo que foi feito, que foi confessado”, afirmou.

 

A condenação

O julgamento do caso conhecido como Grampolândia Pantaneira, na Justiça Militar, teve como réus, além de Zaqueu, os coronéis Evandro Alexandre Lesco e Ronelson Barros, ex-chefe e ex-adjunto da Casa Militar, respectivamente; o tenente-coronel Januário Batista e o cabo Gerson Corrêa Junior.

 

O Conselho de Sentença, formado por quatro coronéis e o juiz Marcos Faleiros, absolveram os coronéis Evandro Lesco e Ronelson Barros e o tenente-coronel Januário Batista, por insuficiência de provas.

 

Já o cabo Gerson Corrêa Junior, por sua vez, ganhou perdão judicial, por o conselho entender que ele colaborou com a elucidação dos fatos denunciados no caso dos grampos telefônicos.

 

 

 

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