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domingo, 1 de agosto de 2021

Em Cuiabá, ministro diz que Brasil é sustentável, mas vê falhas

Ricardo Salles justificou números que mostram aumento dos desmates em 2019

O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo-SP) rebateu as críticas que o País vem recebendo por conta do aumento de 29,5%, entre 2018 e 2019, na área desmatada na Amazônia. Os números foram divulgados nesta semana pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

De acordo com os dados, a área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019. Já entre agosto de 2017 a julho de 2018, o registro foi de 7.536 km² em área desmatada. Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes).

Em visita a Cuiabá na última quinta-feira (21), Salles afirmou que o sistema faz o mapeamento das áreas, mas não investiga os motivos ou aponta as possíveis causas da derrubada de árvores. Desta forma, pode haver, dentro desse número, desmatamento legal.

“O Prodes dá o total do desmatamento. Todos os anos, para além do número total do desmatamento, a qualificação da questão territorial desse desmatamento. Ou seja: ele ocorreu em qual lugar? Unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos rurais…”, disse.

 

“Primeiro, vem o dado, como veio. E a partir de então é feita uma análise sobre que dado é esse, qual a realidade territorial desse dado. Essa questão da análise territorial ainda não está pronta. Assim que estiver, vamos poder ter uma estratégia ainda mais precisa”, afirmou.

 

Nesta semana, Salles já havia anunciado a intenção de reduzir o desmatamento em 2020 e eliminar o desmate ilegal. Ele, entretanto, não apresentou metas ou prazo para a queda dos crimes ambientais.

 

Sustentabilidade e correções

 

Para o ministro, o Brasil é um País com o Código Florestal mais restritivo do Mundo.

 

Ele afirmou que o País tem uma política de sustentabilidade, mas admitiu haver correções a serem feitas.

 

Segundo ele, este será o discurso a ser levado para a Conferência das Partes 25 (COP25), em Madri, no próximo mês. O evento se trata de uma conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas.

 

A estratégia do Governo Federal é obter recursos internacionais para desenvolver atividades econômicas legais na região Amazônica.

 

“Temos números de preservação que também são exemplos de sustentabilidade para o Mundo, quer seja o percentual de Floresta Amazônica, que é de 80%, quer seja a média de vegetação nativa pelo Brasil, que é de 60%. Temos uma série de números, dados e fatos, que comprovam que o Brasil é um país muito sustentável, que cuida do meio ambiente”, disse.

 

“Este é o consenso de mostrar o que é o Brasil do ponto de vista ambiental. Temos a energia renovável, solar, eólica, biomassa. Então, o Brasil é um exemplo disso. Nós temos que nos orgulhar daquilo que o Brasil faz bem e temos que corrigir eventualmente as coisas que a gente pode melhorar. Esse é o esforço de todos. Temos muita coisa para mostrar na COP 25”, completou.

 

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