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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

PC manda servidora provar, em 2 dias, denúncias contra prefeito de Cuiabá

Elizabete Maria de Almeida acusou Emanuel Pinheiro de comprar votos de vereadores para cassar Abílio Junior

A servidora do Hospital São Benedito, Elizabete Maria de Almeida, terá que apresentar — num prazo de 48 horas — documentos que comprovem as denúncias feitas contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) dando conta de que o prefeito estaria a oferecer cargos e dinheiro como maneira de comprar votos para operar na Câmara Municipal a cassação do vereador Abílio Junior (PSC). A intimação foi efetivada nesta quarta-feira (18).

A intimação foi pedida pela Deccor (Delegacia de Combate à Corrupção). As provas foram exigidas após a próperia servidora denunciar o prefeito naquele órgão.

Inicialmente, a servidora acusou o prefeito na Câmara de Cuiabá, durante uma das oitivas determinadas pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar em uma das etapas do processo contra Abílio Junior.

De acordo com a versão de Elizabete — que pediu licença do serviço até janeiro por “problemas psiquiátricos —, ela teria recebido uma ordem de sua chefia para ir até o condomínio de outro vereador, justamente um dos líderes da bancada pró-Emanuel Pinheiro, Juca do Guaraná (Avante).

Lá — conforme o que ela contou aos vereadores integrantes da comissão —, o jantar era mera desculpa para tramar passos a serem dados até o objetivo final: cassar Abílio.

Desde que chegou a público, o tal depoimento da funcionária pública caiu como uma bomba na opinião pública e, claro, dentro da Câmara, onde Abílio e Juca travam uma guerra de acusações e ameaças. Para contingenciar, foram convocados a investigar a veracidade ou não das palavras de Elizabete a já citada PJC (Polícia Judiciária Civil) e pelo MPE (Ministério Público do Estado).

No laudo médico apresentado para justificar o afastamento por 40 dias, assinado pela psiquiatra Sabrina da Fonseca, Elizabete apresentava ansiedade e quadro depressivo e por isso recomendava descanso até pelo menos janeiro de 2020.

O penúltimo capítulo do drama público-político veio aconteceu durante uma sessão ordinária realizada semana passada. Na ocasião, Abilinho pediu desculpas a Juca do Guaraná Filho e ainda disse que foi “usado pela servidora Elizabete Maria de Almeida” e que era hora de ambos vereadores darem fecho ao “espetáculo da briga” entre eles.

Aparentando emoção, Abílio Junior se disse arrependido de ter, palavras dele, exposto indevidamente a casa de Juca e a mãe dele, pois ela acaba aparecendo em um dos vídeos divulgados por ambos. “Se a mulher mentiu, ela terá que ser responsabilizada por isso e não vai sair barato. Ela usou a minha imagem e a sua. Da minha parte, independente do que acontecer, eu coloco uma pedra até que a polícia e o Ministério Público expliquem este fato”, frisou.

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