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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Cidade viveu momentos de tensão após ação contra garimpos

Garimpeiros se revoltaram e invadiram Aripuanã depois de lavra ser desocupada

Uma mega operação da Polícia Federal abalou a pequena cidade de Aripuanã (a 1.002 km de Cuiabá) este ano. O município foi alvo da Operação Trypes, que buscava inibir as atividades de um grande garimpo ilegal na cidade.

Ao tentar fechar o local, um garimpeiro acabou morto em confronto com a PF, no dia 7 de outubro.

Segundo a Polícia Federal, o homem estava armado e não teria aceitado varredura em seu barraco em uma área de garimpo.

O garimpeiro, cuja identidade não foi revelada, saiu do barraco já atirando contra os policiais, conforme relato da PF. A equipe do Batalhão de Operações Especiais (Bope) reagiu aos disparos e atingiu o homem com dois tiros no peito.

Após a ação, o clima na região ficou tenso e garimpeiros ameaçaram queimar uma ponte para isolar os policiais.

Na manhã do dia seguinte, cerca de 300 garimpeiros saíram às ruas em protesto contra a operação policial.

De acordo com a Polícia Militar, os manifestantes ameaçaram invadir comércios e praticar atos de vandalismo na cidade, caso a PF não recuasse da decisão de colocar fim à lavra.

Em um vídeo, os manifestantes apareceram levantando duas caminhonetes da empresa Nexa – uma multinacional que atua em vários países – para fechar a rua. Ao final, eles comemoraram o ato.

A PF também chegou a colocar um helicóptero na entrada da cidade para tentar reprimir o movimento.

Ainda conforme a PM, o clima era de tensão entre os moradores de Aripuanã.

Na manhã do dia 9, a Polícia Federal queimou parte do maquinário utilizado no garimpo ilegal fechado.

A ação é em decorrência da ordem judicial que estabelece a destruição de tudo encontrado na lavra ilegal.

  Além disso, a Polícia também realizou a implosão do local. Com isso, o terreno ficou vulnerável, segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp).

A operação

Segundo a PF, a ação do garimpo ilegal provocou grande impacto ambiental e social na cidade.

A polícia afirmou que, após a instalação do garimpo, os índices de homicídios, tráfico de drogas, prostituição e outros crimes teriam aumentado no Município.

Cerca de 160 policiais e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Secretaria de Meio Ambiente (Sema)  atuaram na área durante a operação.

O nome da operação deriva da palavra grega “trypes”, que significa buracos. Trata-se de uma alusão à situação em que ficou a região após a ação dos garimpeiros ilegais.

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