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domingo, 25 de outubro de 2020

Júlio pede que Mendes fique “neutro” em disputa ao Senado

Júlio Campos, Otaviano Pivetta e Carlos Fávaro são ligados ao governador e devem concorrer à vaga

O ex-governador Júlio Campos (DEM) defendeu que o governador Mauro Mendes (DEM) fique neutro na disputa pela eleição suplementar ao Senado caso três aliados seus concorram à vaga que foi da ex-senadora Selma Arruda (Podemos).

 

Até o momento, são pré-candidatos ligados ao governador: o próprio Júlio, que é do mesmo partido de Mendes, o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) e o Chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD).

Em dezembro, Mendes havia citado que pode apoiar Fávaro, pelo fato de ele ter disputado o Senado em seu arco de aliança.

“Tivemos uma conversa preliminar, em dezembro. Disse que meu nome estava à disposição do partido. Ele foi viajar, passar férias fora, e volta no dia 5. A partir de então poderia marcar uma reunião do partido para discutir a viabilidade de o DEM disputar com chapa própria a vaga de senador”, disse Campos ao MidiaNews.

“O governador pode ficar neutro, porque tem muitas ligações não só com Carlos Fávaro que foi candidato na eleição passada e que ele tinha certa preferência, como também do vice-governador, que surgiu agora como candidato e não estava no script, porque o mandato dele vai até 2023”, acrescentou.

Para Júlio Campos, se Mendes ficar neutro na disputa irá evitar desgastes ao Executivo.

“Se o governador estiver muita dificuldade, poderá ficar neutro e não apoiar ninguém. Não tomar nenhuma posição e deixar correr o barco. Quem ganhar vai estar bem relacionado com ele. Todos são próximos”, analisou.

 

“E também evita desgastar o governador, rachar o Governo, ter alguns descontentamentos maiores. Ninguém vai forçar ele a nenhuma posição”, afirmou.

 

Crítica a Pivetta

 

Apesar de afirmar que o vice-governador está no direito de concorrer à vaga, Júlio defendeu que ele deveria concluir o mandato de quatro anos.

 

O ex-governador afirmou que Pivetta está “bem contemplado” no Executivo, comando quase 50% da receita do Estado.

 

“Se fosse eu, não faria isso, porque ele está bem prestigiado pelo governador Mauro Mendes. Ele coordena duas áreas importantes: Educação e Infraestrutura. Dois dos maiores orçamentos do Estado. No Executivo, ele tem muito prestígio”, disse.

 

“Mas é um direito que ele tem. Ele já foi prefeito de Lucas [do Rio Verde], já foi deputado e é natural que aspire o Senado. Aceito com tranquilidade essa decisão como a de qualquer um que queira ser candidato. Como no DEM pode surgir outro nome. Se isso ocorrer, quem irá decidir é o diretório estadual”, completou.

 

Até o momento, além dos citados, são pré-candidatos ao Senado: o ex-senador Cidinho Santos (PL), do ex-governador Pedro Taques (PSDB), o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), o ex-prefeito de Rondonópolis Adilson Sachetti (PRB), além dos deputados Elizeu Nascimento (DC), Lúdio Cabral (PT), Max Russi (PSB) e Silvio Fávero (PSL), e do federal Nelson Barbudo (PSL).

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