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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Juiz manda soltar rapaz que confessou ter assassinado jornalista

Jonh Lennon estava preso desde outubro e disse que cometeu o crime sob efeito de drogas

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

 

Relembre o caso

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

Juiz Flávio Miraglia 02-10-2018

 

Relembre o caso

 

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

 

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

 

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

 

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

 

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

 

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

 

Relembre o caso

 

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

 

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

 

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

 

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

 

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

 

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

 

Relembre o caso

 

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

 

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

 

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

 

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

 

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

 

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

 

Relembre o caso

 

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

 

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

 

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

 

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

 

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

 

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

“Não obstante, a gravidade da conduta atribuída ao paciente – assassinato da vítima em praça pública -, recomenda a imposição de medidas alternativas à prisão, pelo Tribunal, que exerce o poder cautelar inerente à jurisdição sobre o fato, na condição revisional e de controle de legalidade, como forma de harmonizar ‘os direitos do paciente com a necessidade de manutenção da ordem pública’”, afirmou o relator.

 

Relembre o caso

 

Jonh Lennon estava preso desde o dia 1º de outubro pela morte do jornalista. Na ocasião, o acusado confessou o crime e disse que estava sob efeito de drogas.

 

Marcelo foi assassinado com pedradas na cabeça no dia 28 de setembro, em um terreno baldio, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

 

Jonh Lennon havia dito em depoimento que cometeu o homicídio porque encontrou a namorada mantendo relação sexual com Marcelo.

 

No depoimento que deu ao delegado Fausto Freitas, B.B.V. confirmou que, de fato, tinha um relacionamento com Jonh Lennon e que, no dia do crime, estava com o rapaz e mais outro usuário de drogas próximo da Avenida Rubens de Mendonça. Mas ela reforçou não ter tido nenhum contato íntimo com Marcelo.

 

Ela contou que um dado momento, Jonh Lennon saiu do local e retornou pouco depois na companhia de Marcelo. Em seguida, o grupo se deslocou até o terreno baldio onde, dois dias depois, o jornalista foi encontrado morto.

 

No local do crime, a mulher contou que se desentendeu com o grupo e saiu, permanecendo no terreno apenas o suspeito e a vítima.

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