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domingo, 25 de outubro de 2020

Líder sindical convoca servidores para barrar reforma da previdência em MT

O servidor público e um dos líderes do Fórum Sindical em Mato Grosso, Oscarlino Alves, divulgou um vídeo em suas redes sociais convocando os servidores estaduais para uma possível intervenção na implementação da reforma previdenciária do Estado.

Conforme Oscarlino, a proposta que foi encaminhada pelo governo federal e será implementada pelo atual governado, Mauro Mendes (DEM), foi aprovada de forma vexatória e deve ser barrada o quanto antes.

“Servidores públicos do Estado de Mato Grosso, de todos os poderes, sai de uma reunião lamentável do conselho de previdência, onde vários efeitos suspensivos foram propostos pelo governador. Nessa nova proposta que foi aprovada de forma vexatória, as mulheres serão as maiores penalizadas, ”, disse o servidor na gravação.

Além disso, o sindicalista pediu a participação dos trabalhadores do Estado na cobrança dos deputados da Assembleia Legislativa (ALMT), com o intuito de tentar reverter a decisão.

“Esse é momento de nós unirmos forças para revertermos isso dentro da Assembleia, unir forças com as mulheres que são a maioria na saúde e em muitas outras categorias e irmos cobrar dos deputados que isso não passe dessa forma”, declarou.

Por fim, o servidor ainda ressaltou que a categoria deve “sair do comodismo das repartições e parar de abraçar a muleta que o Mauro Mendes está apresentando para a imprensa de que está tudo resolvido, pois não é verdade, na primeira fase do aumento da alíquota, nós tivemos um grande ferro nas costas dos aposentados e pensionistas”.

A reforma

A minuta que foi aprovada votada em novembro do ao passado pede que as mulheres trabalhem até os 62 anos e os homens até 65 anos, ou seja, mais 5 anos para os homens e mais 7 para as mulheres, além, dos 40 anos de contribuição.

2ª Etapa – A respeito da aprovação do Projeto de Emenda Constitucional Estadual (PEC) da Reforma da Previdência.PEC aprovada para envio a ALMT com efeito patrola e aval dos chefes de poderes e um representante de segurados/servidores do MPE (7×5 votos). Reuniões do conselho de previdência carregadas de vícios formais e descumprimento do Regimento Interno.PEC baseada em dados desatualizados, e sem contemplar impactos relevantes, inclusive da lei federal dos militares.Colocaram o carro na frente dos bois, pois querem no afogadilho aprovar as regras antes de tratar da sustentabilidade da previdência.As mulheres serão as mais prejudicadas nesta etapa com mais 7 anos de tempo de contribuição (62 anos de idade). Além disso, quem tomou posse a partir de 1/1/2004 terão uma regra de aposentadoria piorada de média aritmética (sem paridade com ativos e sem integralidade do último salário contando 100% dos salários).Com muita luta e união conseguiremos reverter isso na Assembleia Legislativa.

Posted by Oscarlino Alves Jr on Tuesday, January 14, 2020

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