Notícias de Última Hora :

Com volta às aulas permitidas, escola de Cuiabá promove visita guiada com alunos do infantil

Após pandemia, professor aposta em pousada sustentável em Cáceres

Aumento de 35% para 40% do desconto em folha e taxas menores beneficiam aposentados e pensionistas do INSS

MDB lança Léo Bortolin à reeleição em Primavera do Leste

Fonoaudióloga alerta sobre perda da audição em crianças

Cresce em Cuiabá a procura por eletroestimulação para pacientes recuperados da Covid-19

Advogado, com orgulho! (Giroldo Filho)

Para facilitar a comunicação, empresa cuiabana doará máscaras transparentes para famílias de pessoas com perda auditiva

Por erro de cálculo, empresários pagam mais impostos do que deveriam, alerta professora da UFMT

Projeto do Deputado Estadual Thiago Silva cria a medalha Pastor Sebastião Rodrigues de Souza

Estudante de Cuiabá participa de live para arrecadar fundos para combater covid 19

Estado atende deputado Thiago e entrega 2 ambulâncias para Rondonópolis

Perda auditiva não tratada gera mais gastos com a saúde, diz pesquisa

Empresa de aparelhos auditivos faz atendimento humanizado a pacientes

Um baile de máscaras em meio à pandemia

Empresa de aparelhos auditivos atende pacientes em domicílio durante pandemia

Alunos do Colégio Salesiano São Gonçalo podem acompanhar aulas pela internet

Fonoaudióloga de Cuiabá alerta sobre limpeza de aparelhos auditivos no período de pandemia

O mundo é machista, mas quem mandam são elas

Gêmeos de Cuiabá são aprovados em três universidades federais

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Pivetta acena a Selma e cita combate à corrupção como meta

Pivetta elogia mandato de um ano de Selma e diz que Senado perderá com sua saída

O vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) acenou à senadora cassada Selma Arruda (Podemos), e a seu eleitorado, ao afirmar que quer disputar a eleição suplementar, que deve ocorrer em abril próximo.

Em entrevista à TV Vila Real, na manhã desta segunda-feira (20), Pivetta disse que, caso eleito, defenderá o movimento “Muda Senado”, ao qual Selma fez parte. O movimento agrega congressistas insatisfeitos com a gestão do atual presidente, Davi Alcolumbre (DEM).

Segundo Pivetta, o objetivo é que, assim que estiver lá, defenda movimentos reformistas necessários ao País, como acabar com privilégios, combater a corrupção e desburocratizar o setor público.

“Minha experiência, meu conhecimento da iniciativa privada, dos trabalhadores, do setor público municipal e agora estadual, vejo que não vamos avançar sem as importantes reformas que o Brasil precisa. Estou determinado a ser candidato ao Senado. Ser um senador reformista, um senador do Muda Senado”, afirmou.

“Quero ser senador para acelerar as reformas necessárias ao Brasil. A reforma política é a primeira; a reforma tributária; pacto federativo; prisão em segunda instância. Está mais do que na hora de acabar com privilégios de pessoas abastadas, os mais ricos. Só vai para cadeia pobre e preto no Brasil. Então, é preciso, urgentemente, fazer essas reformas e quero ser um agente que ajudará a acelerar essas reformas no Brasil”, acrescentou.

O aceno às pautas da senadora cassada não é à toa. Pivetta disse que a saída de Selma no Senado foi uma surpresa e trouxe grande perda a Mato Grosso e ao Brasil.

“Para mim foi uma surpresa. Eu me sentia muito bem representado pela senadora Selma. E diante do episódio que aconteceu e das novas eleições, pensei muito e vejo que, hoje, não posso servir melhor Mato Grosso do que no Senado Federal”, disse.

 

“Eu tenho simpatia por ela, pelo trabalho que ela vinha desenvolvendo. Acho que Mato Grosso e o Brasil perderam. E diante do que aconteceu foi que me senti motivado para encarar esse desafio. Porque já vivi o bastante para saber que precisamos enfrentar problemas estruturais do Brasil vive. Acabar com privilégios, combater a corrupção e desburocratizar o setor público”, afirmou.

 

Agronegócio

 

Pivetta é um dos principais empresários ligados ao agronegócio, sendo próximo do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (Progressistas). Entretanto, disse que não será um senador para representar esse setor.

 

Disse que, se o Governo não atrapalhar, o agronegócio consegue andar sozinho. Mas que é preciso de um político para defender o interesse da sociedade.

 

“O agronegócio é um setor que vai muito bem em Mato Grosso. Pelo lado do agronegócio, não precisaria governo. Eu conheço o agronegócio porque sou um dos agricultores de Mato Grosso. Fazem 35 anos. O que governo precisa fazer para o agronegócio é não atrapalhar. Então, não vou fazer nada contra o agronegócio. Não precisamos disputar com o agronegócio”, disse.

 

“Se eu chegar ao Senado, meu mote vai ser a defesa da sociedade, especialmente a criação de capital social, que em minha opinião é dever do Estado. Nisso, o Estado é insubstituível nisso. Oferecer Educação, Saúde, Segurança e Infraestrutura é papel do Poder Público. As demais coisas, a gente compra no Estado”, completou.

0 Reviews

Write a Review

Ler Anterior

Jovem de 16 anos é detido com 17 Kg de maconha em MT

Leia em seguida

Vídeo mostra mulher sendo atingida na cabeça; PMs são presos