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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Vereador admite excessos de Abílio, mas defende permanência

Marcelo Bussiki avalia que colega tem chances reais de ser cassado em processo disciplinar

Membro do grupo de oposição, o vereador Marcelo Bussiki (PSB) reconhece que o colega Abílio Junior (PSC) corre risco de ser cassado assim que o Legislativo retornar os trabalhos, em fevereiro, e a Comissão de Ética da Casa concluir o processo contra ele por quebra de decoro parlamentar.

 

Para Bussiki, o vereador criou uma série de divergências com os colegas ao longo dos últimos anos. E isso, para ele, pode pesar na hora que o relatório final da Comissão de Ética for à votação em plenário.

 

O processo investiga se o parlamentar cometeu atos incompatíveis com o decoro parlamentar e atos de abuso das prerrogativas constitucionais asseguradas ao vereador.

“Ele tem chance de ser cassado. Realmente, existe essa chance dele ser cassado. Não tenho o posicionamento de todos os vereadores. O que todos estão aguardando é o relatório do vereador Ricardo Saad. Verificar essa posição, para aí se manifestar. Mas existe risco, sim, porque são 13 votos e a gente sabe que o Abílio, no decorrer do mandato, teve algumas divergências. Isso pode prejudicar na hora da votação”.

Para Bussiki, o colega pode ter cometido alguns excessos na investigação que participou no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde de Cuiabá. Entretanto, ressaltou que Abílio estava “buscando a verdade dos fatos”.

Bussiki também minimizou os diversos episódios de discussão em plenário em que o vereador esteve envolvido. Em alguns, por pouco não houve troca de agressões físicas entre Abílio e os vereador Renivaldo Nascimento (PSDB) e Juca do Guaraná (Avante).

“Ele tem essas acusações, mas no momento da fiscalização também já foi constrangido, já passou por situações. E ele estava buscando apuração os fatos. Ele estava registrando os fatos. Eventualmente, pode ter ocorrido algum excesso na sua fiscalização, mas nenhum momento chegou fora dos limites que entendemos como padrão. Teve excesso, sim, mas não extrapolou suas prerrogativas”, afirmou.

 

“Outro ponto, que é a discussão com os colegas ocorreu em um momento acalorado, mas não só da parte dele. Ele está sendo penalizado, mas também teve a parte dos outros colegas. E depois isso foi contemporizado. Um se desculpou com o outro. Esse ponto, relacionado ao decoro, ocorre corriqueiramente não só na Câmara de Cuiabá, mas em outros parlamentos. Sempre há esse tipo de discussão em momentos acalorados do debate”, acrescentou.

 

Acusação de servidora

 

Marcelo Bussiki também afirmou que o caso envolvendo a servidora da Saúde Elizabete Maria de Almeida não pode ser utilizado no processo de cassação de Abílio.

 

À Polícia Civil, ela revelou que mentiu quando acusou o prefeito de subornar vereadores para que agilizassem a cassação de Abílio na comissão. Ela ainda afirmou que, mesmo sabendo que a história era falsa, Abílio a teria orientado a manter a versão no depoimento que deu na Delegacia Fazendária, em novembro do ano passado.

 

Para Bussiki, as declarações de Elizabete Maria de Almeida precisam ser apuradas. E ressaltou que este caso não faz parte do objeto investigado no processo disciplinar contra Abílio.

 

“Essa situação da Elizabete tem que aguardar os desdobramentos dos fatos. Por este motivo, o vereador Abílio não pode ser cassado nesse processo. E qual a verdade da Elizabete? A primeira ou a segunda? Ela contou uma primeira história, que gerou toda essa discussão, agora ela conta outra versão”, afirmou.

 

“Isso aí seria um novo processo a ser apurado, porque não está naqueles autos. Porque esse caso não está no objeto do processo, que é quanto às fiscalizações do vereador Abílio e a questão do decoro por conta das discussões que ocorreram”, completou.

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