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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Emanuel e Júlio aconselham Mendes a se aproximar de Brasília e terminar VLT e evitar virar ‘Taques’

Diante da busca por alternativas que viabilizem a obra para do Veiculo Leve Sobre Trilhos, uma ‘herança maldita’ deixada pelo ex- governador Silval Barbosa, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a cobrar agilidade ao governador Mauro Mendes (DEM), na assinatura da posse dos aprovados no concurso da Secretaria de Assistência Social – Papel Zero – , nesta quinta-feira(30), no Salão Nobre da Prefeitura de Cuiabá

 

Aconselhando ao chefe do Executivo estadual que ele busque se aproximar mais da bancada e do governo federal, como forma dee adquirir intimidade e, posteriormente, parceria para concluir o modal.

 

“Não vejo nenhuma possibilidade de fazer prosperar o VLT sem a bancada federal e sem o governo federal, especialmente nossa bancada. Emanuelzinho seria um ótimo intermediador, aliás, de Mauro, se ele quisesse. Contudo, ao que parece, o governo de Bolsonaro está assumindo a questão”, comentou Pinheiro, em conversa com jornalistas.

 

Acho que o governador Mauro Mendes tem que terminar esse VLT. Caso contrário, ele corre o risco de politicamente ser um novo Pedro Taques. 

Além de Pinheiro, o ex-governador Júlio Campos (DEM), afirmou em entrevista na última terça-feira (28), na TV Várzea Grande, no Programa Tema Livre, que o gestor democrata poderá se tornar uma espécie de “novo Pedro Taques” caso não conclua o modal. Mesmo que parcialmente. Campos ainda garantiu que se ele fosse governador terminaria com urgência o VLT. A referência a Taques foi dita, no sentido de que ele ficou isolado politicamente e perdeu a reeleição em 2018.

 

“Acho que o governador Mauro Mendes tem que terminar esse VLT. Caso contrário, ele corre o risco de politicamente ser um novo Pedro Taques. Estamos com este caos formado aqui até hoje. Dilapidando o patrimônio público, onde já foi investido mais de R$ 1 bilhão e está aí acabando. Os carros estão comprados, estão no sol quente. Só de conservação, de engenheiros, de manutenção, engraxamento dos veículos, gasta-se alguns milhões por mês”, afirmou.

 

Em resposta, Mendes chegou a classificar como “equivocadas” as declarações de seu companheiro de partido, ao apontar que o Executivo possui outras urgências. Citando, porém, que nunca deixou de citar sobre a importância do modal.

 

Já sobre o posicionamento do prefeito emedebista, o governador democrata optou em rir, evitando comentar a declaração de Pinheiro.

 

“O Júlio é um ex-governador, senador, deputado e imagino que ele cometeu um equívoco ao fazer essa fala, porque seria reduzir Mato Grosso. Reduzir todo interesse dos mato-grossenses ao VLT é uma análise que discordo, e lamento que ele tenha feito isso. Isso seria reduzir todos os seus problemas, reduzir toda a demanda que tem de infraestrutura nos 141 Municípios, todos os problemas na Saúde, tudo aquilo que o Governo tem que fazer na Educação. Ora, assim parece que a única coisa que é preciso fazer em Mato Grosso é o VLT”, ainda disse o gestor estadual.

 

‘Nível baixo’

 

Ao responder sobre a necessidade de se encontrar uma solução definitiva sobre o modal, o prefeito Emanuel Pinheiro aproveitou, mais uma vez,  para negar que estaria reduzindo o nível do debate com o governador.

 

De acordo ainda com Pinheiro, ele sempre procurou fazer um debate de ‘alto nível’ e que Mauro estaria governando com ‘ódio’.

 

“Só porque eu pedi o Nilo Povoas vieram me agredir, pegaram metralhadora, arco e flecha, fuzil, tudo atrás de mim, por quê? A troco de que essa raiva, esse estresse todo? Administrar é você agir com alegria também, é amar a sua cidade, sua terra, seu Estado. Agora tem gente que parece que administra com raiva do mundo. Parece que está com raiva de ser gestor. Agora, do outro lado, a reciprocidade não é a mesma. É sempre chutando a canela, sempre tentando me destruir, sempre tentando me atingir, sempre atrapalhando”, desabafou.

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