Notícias de Última Hora :

Com volta às aulas permitidas, escola de Cuiabá promove visita guiada com alunos do infantil

Após pandemia, professor aposta em pousada sustentável em Cáceres

Aumento de 35% para 40% do desconto em folha e taxas menores beneficiam aposentados e pensionistas do INSS

MDB lança Léo Bortolin à reeleição em Primavera do Leste

Fonoaudióloga alerta sobre perda da audição em crianças

Cresce em Cuiabá a procura por eletroestimulação para pacientes recuperados da Covid-19

Advogado, com orgulho! (Giroldo Filho)

Para facilitar a comunicação, empresa cuiabana doará máscaras transparentes para famílias de pessoas com perda auditiva

Por erro de cálculo, empresários pagam mais impostos do que deveriam, alerta professora da UFMT

Projeto do Deputado Estadual Thiago Silva cria a medalha Pastor Sebastião Rodrigues de Souza

Estudante de Cuiabá participa de live para arrecadar fundos para combater covid 19

Estado atende deputado Thiago e entrega 2 ambulâncias para Rondonópolis

Perda auditiva não tratada gera mais gastos com a saúde, diz pesquisa

Empresa de aparelhos auditivos faz atendimento humanizado a pacientes

Um baile de máscaras em meio à pandemia

Empresa de aparelhos auditivos atende pacientes em domicílio durante pandemia

Alunos do Colégio Salesiano São Gonçalo podem acompanhar aulas pela internet

Fonoaudióloga de Cuiabá alerta sobre limpeza de aparelhos auditivos no período de pandemia

O mundo é machista, mas quem mandam são elas

Gêmeos de Cuiabá são aprovados em três universidades federais

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Mauro Mendes e outros 21 governadores pedem redução de tributos sobre combustíveis

Chefes do Executivo tentam culpar tributos federais pelo preço alto

Buscando se desvencilhar da alta do etanol, o governador Mauro Mendes (DEM) e outros 21 governadores assinaram um comunicado ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), pedindo a redução dos tributos federais sobre combustíveis. Os chefes do Executivo também reivindicaram a revisão da política de preços da Petrobrás.

O documento é a resposta dos governadores às críticas de Bolsonaro. Em postagem nas redes sociais, o presidente responsabilizou os Estados pela manutenção do preço da gasolina em níveis elevados.

Mauro está viajando e retorna para Cuiabá nesta terça (04) e, por isso, não comentou a decisão de assinar o documento apesar de confirmar a assinatura. Pela manhã, o chefe da Casa Civil Mauro Carvalho declarou que a crítica de Bolsonaro não serve para o Estado

“Respeito à posição do presidente, mas temos a nossa legislação com incentivos fiscais para o setor. A crítica pode servir para outros Estados, mas não para Mato Grosso”, disse Carvalho, após solenidade na Assembleia.

A imagem do governo de Mendes foi duramente atacada pela alta do etanol. O preço do produto sofreu várias oscilações consecutivas, e tem uma média atual de R$ 3,20 desde janeiro. O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de MT (Procon) também identificou um aumento abusivo pelos postos.

“Consideramos que o governo federal pode e deve imediatamente abrir mão das receitas de PIS, COFINS e CIDE, advindas de operações com combustíveis”, diz o documento assinado por 22 dos 27 governadores, incluindo todos os estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Ficaram de fora da lista Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Acre e Tocantins.

“O Governo federal controla os preços nas refinarias e obtém dividendos com sua participação indireta no mercado de petróleo – motivo pelo qual se faz necessário que o governo federal explique e reveja a política de preços praticada pela Petrobras”, afirmam Mauro e os demais signatários.

Segundo apurou o jornal O Estadão, a divulgação da carta começou a ser preparada nesse domingo (02) pelos governadores como resposta a Bolsonaro. A ideia do presidente da República é acelerar a chegada dos cortes feitos nas refinarias, pela Petrobras, ao consumidor.

O presidente anunciou a proposta nesse domingo em conta oficial no Twitter, o que causou grande desconforto nos governadores. Isso porque o ICMS é um tributo dos Estados.

Segundo o Estadão, uma avaliação entre os governadores de que o presidente adota uma postura populista ao tentar colocar no colo dos Estados uma responsabilidade dos preços altos para enfraquecê-los nas próximas eleições. Entretanto, eles culpam os tributos federais pela alta, avaliando que Bolsonaro deveria trabalhar para reduzir as tributações.

No post, Bolsonaro propõe a incidência de um valor fixo de ICMS por litro, e não mais sobre a média de preço cobrado nos postos. “Os governadores cobram, em média, 30% de ICMS sobre o valor médio cobrado nas bombas dos postos e atualizam apenas de 15 em 15 dias, prejudicando o consumidor”, escreveu.

A expectativa é que outros governadores integrem a lista nas próximas horas. Até a publicação deste texto, participam do comunicado conjunto, além de Mato Grosso, os governadores de: SP, RJ, MA, AP, PI, SE, ES, BA, RS, PA, SC, PR, AL, MS, RN, PE, RR, CE, AM, MG, PB (Com informações do Metrópoles).

0 Reviews

Write a Review

Ler Anterior

Bandidos matam homem na MT-322 e fogem com R$ 37 mil

Leia em seguida

Empresa aciona TCE para receber dívida de R$ 2,3 milhões da Era Taques