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terça-feira, 24 de novembro de 2020

PC investiga professores que ingressaram no Estado com diplomas falsos

Caso estaria ocorrendo nas escolas estaduais de Sinop

A Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) está apurando denúncia de falsificação de certificados apresentados por alguns candidatos que foram selecionados em um processo para a contratação temporária de professores. A denúncia chegou via Ouvidoria à Assessoria Pedagógica em Sinop, que a encaminhou para a Polícia Judiciária Civil e ao setor responsável dentro da Seduc.

“Nós recebemos algumas denúncias que relatava que existiam em alguns casos que os professores estavam fraudando os documentos que foram apresentados”, disse o Assessor Pedagógico da Seduc, em Sinop, Wagner Batista, em reportagem apresentada pelo Programa Cadeia Neles, na TV Vila Real.

De acordo com Batista, há indícios claros de falsificação em muitos documentos e praticamente todos os certificados, mesmo os falsos, foram validados. Os nomes dos aprovados já foram divulgados em edital, as aulas já foram atribuídas, e partir desta segunda-feira, 10 de fevereiro, os aprovados estão contratados pelo Estado. O início do ano letivo está marcado para o dia 23 de março.

O Processo Seletivo Simplificado (PSS) foi lançado em novembro passado pela Seduc para a seleção, formação de cadastro e contratação temporária de profissionais para atuar nas unidades da rede estadual de Educação nas funções de Professor, Técnico Administrativo Educacional (TAE) e Apoio Administrativo Educacional (AAE), em conformidade com os demais atos normativos que regem o Processo de Atribuição Seduc (PAS). O processo seletivo visa suprir a demanda temporária de pessoal nas unidades escolares da rede estadual de ensino no ano letivo de 2020.

Um dos critérios para a seleção dos professores aprovados são os títulos referentes a escolaridade e aperfeiçoamento profissional. Juntamente com o diploma de formação docente, o candidato deveria encaminhar os certificados para participar da pontuação que é o meio de avaliação e caso necessário o desempate entre concorrentes. Como muitos dos candidatos não participaram de eventos pedagógicos, que somam horas, eles acabaram falsificando os certificados.

De acordo com o Assessor Pedagógico Wagner Batista, a avaliação da documentação é feita na secretaria das escolas onde o candidato se inscreveu. “Ele se inscreve na página da Seduc. Nesta página ele diz que tem os documentos, depois ele passa por um período de validação nas escolas. É nas escolas que ele apresenta os documentos”, informou.

Batista explicou que a fraude é comprovada ao se observar o certificado válido e o adulterado. No próprio corpo do certificado falsificado aparecem as diferenças, como a adulteração da mensagem contida, erros gráficos e de português, a formatação do certificado, tamanho da fonte. “Quando a gente consulta a autenticidade, muitas vezes o que apresenta na tela de autenticação não diz respeito aquilo que está contido no papel que nos é apresentado, como por exemplo, o nome do cursista não é o mesmo, o nome do curso não é o mesmo, a quantidade de horas e assim por diante”, exemplificou.

“Por mais que sejam pessoas capazes, ela está se utilizando de um artificio tirando do outro a possibilidade. Então, é uma questão moral bastante séria, sem falar que é uma questão criminal, também”, observou o Assessor Pedagógico.

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