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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Ato falho

Os meandros da política são sinuosos, como os rios de águas turvas, caudalosas, que correm por terrenos sinuosos e acidentados. Este comparativo dá-se, pela ausência de pessoas com predicativos e atitudes, que atendam os: anseios, desejos e necessidades das pessoas mais humildes.

Principalmente, quando surge a vacância de um cargo expressivo e cobiçado por muitos, como de o Senador; com a saída de Selma Arruda (Pode-MT). Ai, os ânimos se acirram, passando a valer os interesses e necessidades de cada um, alguns estão querendo  autopromover-se ou promover seus pares, outros por vaidade pessoal e por ai vai.

A política está relacionada diretamente com a vida em sociedade, no sentido de fazer com que cada indivíduo, expresse suas diferenças e conflitos, sem que isso, seja transformado em  caso social.

Quando, um fato dessa magnitude acontece como a vacância de um cargo exponencial como esse, a disputa,passa a  acontece de forma exacerbada; cada qual, se valendo das suas aspirações e interesses pessoais, muitas vezes, mudando até mesmo, os nomes dos verdadeiros donos dos projetos.

Falo isso, pautado em uma situação pouco ortodoxa, que aconteceu no retorno dos trabalhos, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Em sessão solene que aconteceu na segunda-feira (3), às 9 horas, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa instala a 2ª sessão legislativa anual, da 19ª Legislatura, com a presença de convidados especiais e apresentação de mensagens do Poder Executivo.

Em sua fala, o secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho admite a possibilidade de o Governo recuar em alguns pontos do projeto de lei da “Cota Zero” e garante que o Executivo tem “humildade” suficiente para reconhecer os erros caso existam.

Até ai tudo bem, nada mais justo que retroceder e ouvir o clamor das pessoas, dos seguimentos organizados envolvidos no processo, e analisar os eventuais problemas que iram advir, caso esse projeto esdrúxulo fosse sancionado na integra,  ocasionaria sérios problemas.

O que ficou realmente  desconexo, com relação à fala do secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, ele diz “Tivemos, uma discussão com a Assembleia Legislativa. Num debate franco e verdadeiro, coordenado pelo deputado Eduardo Botelho (DEM-MT), e esses estudos estão sendo feito pela própria Assembleia”.

Sabemos que, ele fez deferência ao Eduardo Botelho (DEM-MT), pelo fato de o mesmo ser o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dessa forma como foi colocado, fica parecendo que quem combateu o projeto “Cota Zero”, foi Eduardo Botelho (DEM-MT).

É bom que se diga quem realmente levantou a bandeira de luta contra esse famigerado projeto,  denominado “Cota Zero”, Projeto de Lei nº 668/2019 que trata da Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca e regulamenta as atividades pesqueiras em Mato Grosso.

Foi o deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), capitaneado pelos seguimentos organizados, ligados à pesca. Além, de ter presidido uma grande quantidade de audiências públicas em vários municípios, propiciando desta forma, às pessoas que tem ligação direta ou indireta, com o tema; pudessem externar seus sentimentos e pensamentos a respeito desse projeto populista, e inconsistente.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

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