Notícias de Última Hora :

Justiça reconhece que concessionária não é responsável solidária em processo de indenização por defeito de carro

SINDSPEN cobra vacinação urgente para policiais penais e servidores do sistema penitenciário

Prefeito Léo Bortolin toma posse na diretoria do consórcio nacional de compras de vacinas contra a covid

Policiais Penais protestam contra a Pec-32 em todo o Estado

Prefeito de Primavera do Leste e Secretário de Cultura de MT se solidarizam com classe artística e articulam prorrogação da Lei Aldir Blanc

Membros da Academia Mato-grossense de Letras prestigiam lançamento de livro de estudante cuiabano

Pacu entra no cardápio de restaurante internacional

Grupo São Benedito retoma lançamento imobiliário com condomínio recorde de vendas

Pesquisa aponta vitória de Edemil Saldanha(DEM) em Santo Antônio do Leste-MT

Com ampliação de horário e final de ano chegando academias começam a ter mais procura em Cuiabá

Com volta às aulas permitidas, escola de Cuiabá promove visita guiada com alunos do infantil

Após pandemia, professor aposta em pousada sustentável em Cáceres

Aumento de 35% para 40% do desconto em folha e taxas menores beneficiam aposentados e pensionistas do INSS

MDB lança Léo Bortolin à reeleição em Primavera do Leste

Fonoaudióloga alerta sobre perda da audição em crianças

Cresce em Cuiabá a procura por eletroestimulação para pacientes recuperados da Covid-19

Advogado, com orgulho! (Giroldo Filho)

Para facilitar a comunicação, empresa cuiabana doará máscaras transparentes para famílias de pessoas com perda auditiva

Por erro de cálculo, empresários pagam mais impostos do que deveriam, alerta professora da UFMT

Projeto do Deputado Estadual Thiago Silva cria a medalha Pastor Sebastião Rodrigues de Souza

domingo, 1 de agosto de 2021

Justiça condena hipermercado por vender Iphone falso em Cuiabá

Um consumidor de Cuiabá, que adquiriu um Iphone 6 no ano de 2016 no Hipermercado Extra, vai receber uma indenização por danos morais de R$ 4,5 mil. Na época, o aparelho custava R$ 2 mil. A decisão é da juíza da 11ª Vara Cível da Capital, Olinda de Quadros Altomare Castrillon, e foi proferida na última segunda-feira (4).

A indenização de R$ 4,5 mil ainda será acrescida de juros e correção monetária. Segundo informações do processo, o cliente procurou uma unidade do Hipermercado Extra, na Capital, para adquirir um Iphone 6 pelo valor de R$ 2 mil – mais o pagamento de R$ 452 para a contratação da garantia estendida do aparelho. O negócio ocorreu em 2016.

Porém, segundo o processo, após adquirir o Iphone 6, o cliente não conseguiu acessar um dos serviços disponíveis no smartphone da Apple, o que o levou a desconfiar que se tratava de um aparelho “falsificado”. Ele, então, se dirigiu a uma loja autorizada da marca, que confirmou suas suspeitas.

“Alega que ao testar o celular em sua residência notou o celular não abria o ICloud, e ao conectar o mesmo ao seu computador, abriu uma pasta de arquivos que não eram conhecidos dele, levando o celular imediatamente a uma assistência autorizada Apple para que fosse realizado uma vistoria, já que desconfiava que o celular era falsificado. Informa que a autorizada realizou a inspeção no aparelho, ratificou a suspeita do Autor de que o celular que comprou era falsificado”, diz trecho do processo.

O consumidor conta nos autos que voltou ao Hipermercado Extra reclamando da venda do Iphone falso. O estabelecimento comercial, por sua vez, prometeu substituir o aparelho por outro com configuração superior (Iphone 6S). No entanto, ao realizar a troca, o cliente constatou que também se tratava de um produto falsificado.

“Indignado o Requerente retornou a loja com o laudo da autorizada e com o aparelho, e a requerida procedeu a troca do aparelho por um IPHONE 6S 16 GB, um celular com configuração melhor e o Autor aceitou. Ocorre que ao realizar os testes dentro da loja o Requerente também verificou que se tratava de outro celular falsificado”, narra o consumidor.

O Extra Hipermercados, mais uma vez, prometeu um outro aparelho – com configuração mais avançada ainda do que o segundo modelo prometido (Iphone 6S Plus). A troca foi realizada e o smartphone, dessa vez, era original da Apple.

Em sua decisão a juíza reconheceu que o estabelecimento comercial não conseguiu comprovar que não vendeu um aparelho falsificado. “Incumbia a requerida provar que o produto vendido em uma de suas lojas estava em prefeitas condições, o que não logrou em fazer, não requerendo a realização de qualquer prova. O autor, por sua vez, apresentou prova documental suficiente para corroborar suas alegações. Há nos autos nota fiscal, laudo da autorizada que comprova a falsificação do aparelho”, analisou a magistrada.

Os R$ 4,5 mil serão acrescidos de juros de 1% ao mês a partir da compra do aparelho (novembro de 2016), além de correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Ler Anterior

Bar é fechado por causar aglomeração e receber clientes sem máscara em Cuiabá

Leia em seguida

Vereador compra cestas e álccol