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quarta-feira, 3 de março de 2021

Jornalismo inquisitivo

Tenho dito exaustivamente aos quatro cantos do mundo, não sou jornalista, sou um reles articulista com uma simples formação acadêmica, sem medo de mostrar e dizer as verdades nuas e cruas doa a quem doer não que eu seja melhor ou pior que ninguém, apenas pelo  fato, de me colocar ao lado, dos bons costumes, da honestidade, da retidão de caráter, e principalmente a favor da família, célula mater de uma sociedade.

Essa introdução por mim feita tem como objetivo central, mostrar a população como um todo, que em dados momentos, mesmo não sendo jornalista, sinto vergonha de algumas emissoras televisivas, e de alguns apresentadores, que se colocam na condição de ancoras do jornalismo, porém acabam se prestando a fazer  trabalho jornalístico, dirigido, tendencioso, vergonhoso e imoral, se colocando a serviço da desinformação.

A “toda poderosa” vem se tornando, oconcur na edição e apresentação, desse estilo jornalístico, medíocre, tendencioso, vergonhoso e imoral,  usando na maioria das vezes falácias e colocações inadequadas, sem nenhuma contextualização com a verdade, fazendo edições toscas e dirigidas, com objetivo único  exclusivo de   desestabilizar o governo eleito democraticamente, por, Jair Messias Bolsonaro.

Não sou bolsonarista sou brasileiro,  como tal, estou preocupado com o destino do nosso país, que em plena pandemia viral do Covid-19; este momento,  deveria ser de união e dedicação de todos, com firme proposito de salvar vidas, e não ficar atacando sistematicamente o governo em questão.

Eis que a politização toma conta de uma emissora televisiva, que teria em tese, estar se preocupando em bem informar de forma democrática, precisa e coesa sem usar de subterfúgios pouco ortodoxos, para atacar e agredir, um presidente da República que fala sim uma centena de palavrões, assim como falavam, Dercy Gonçalves, Chico Anízio (ambos in memoriam), e eram aplaudidos em pé.

Bastaram algumas canetadas  monocráticas, expedida por membros da  Suprema Corte (STF), para que abrisse a porteira e  pedidos e mais pedidos fossem feitos, sobre  assuntos pertinentes ao poder Executivo.

O mais recente diz respeito, a gravação citada pelo ex-ministro Sergio Moro, como evidência de que o presidente teria tentado interferir politicamente na Polícia Federal (PF).

A caixa-preta, dessa fatídica reunião ministerial foi entregue para Suprema Corte (STF), para análise da referida gravação.

Toda população ficou atônita e em suspense, esperando ansiosamente que dessa gravação, saíssem cobras e lagartos, porém para tristeza de muitos, o que se ouviu foram palavrões ditos pelo presidente, xingamentos, pedidos de empenho da sua equipe ministerial e por ai vai, falar o que, se tudo  já foi dito exaustivamente pela “todo poderosa”  em várias edições, seria chover no molhado.

A mesma foi exposta à mídia, quase na integralidade, por decisão do decano Celso de Mello, que tem uma história  também, a zelar e blindar.

Porém, nos anais da história que norteia nosso país, tudo aquilo que aconteceu de forma relevante e marcante na vida política das pessoas, ficaram devidamente registradas, portanto diz respeito a sua historiografia, que ficará marcada para sempre, assim como um livro; jamais poderá ser vilipendiado, apagado, ou mesmo  esquecido.

Estou me reportando à narrativa, por mim lida no livro  “Código da vida”.

Quem leu o livro intitulado “Código da vida”, escrito por Saulo Ramos (in memoriam); advogado, jurista e escritor brasileiro, consultor-geral da República e ministro da Justiça no governo Sarney.

Estou me reportando à narrativa que esta registrada nesse livro, escrito por Saulo Ramos, entre tantas questões relativas à política, ele diz “Maílson teria sido acusado de traição e o ministro do Exército à época, general Leônidas Pires Gonçalves, teria chegado a ponto de ameaçar sair no braço com o então ministro-chefe do Serviço Nacional de Informação, general Ivan de Souza Mendes, que concordou com as preocupações de Maílson e seu colega de planejamento, João Batista de Abreu”, como essa reunião ministerial, não foi levada ao conhecimento da população. Não saberemos nunca  da veracidade dos fatos, porém essa narrativa foi feita por  Saulo Ramos.

Tenho maior respeito, pelo ministro decano Celso de Mello, porém o mesmo foi indicado por Saulo Ramos, para o Supremo Tribunal Federal (STF), se revelando um Juiz constitucional de uma grandeza tão proeminente, ele judica sem se dar ao compadrismo e amizade notoriedade, porém ele é um ser humano igual a qualquer um de nós, portanto, suscetível ao cometimento de erros e acertos.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo.

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