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domingo, 7 de março de 2021

Passaram dos limites!

Como se não bastassem as constantes vilipendiações  nas ações de governo, em situações pertinentes aos assuntos na  esfera do Executivo Federal; com medidas e ações monocráticas, designadas  por ministros da Suprema Corte (STF), capitaneadas por pedidos esdrúxulos e alguns imorais, oriundos de   partidos políticos de forma exacerbada e na maioria das vezes,  agindo com viés político partidário, na tentativa, de barrar as ações do governo Bolsonaro.

Bastou o presidente da República, Jair Bolsonaro, publicar o Decreto nº 10.421, que prorroga as ações da “Operação Verde Brasil 2” até 6 de novembro de 2020, com emprego da Forças Amadas em Garantia da Lei e da Ordem na Amazônia Legal. A operação atua por meio de ações preventivas contra delitos ambientais, direcionadas ao desmatamento ilegal, além do combate a focos de incêndio.

Infelizmente alguns partidos políticos tem visão caolha e distorcida, com relação as questões ambientais entre outras,  a exemplo, o Partido Verde, que entrou com uma ação na Suprema Corte (STF), para anular o decreto presidencial e a portaria do Ministério da Defesa, que autorizou as Forças Armadas a atuarem “em defesa da lei e da ordem, em ações preventivas e repressiva contra delitos ambientas e combate a focos de incêndio”.

O que causa espanto e perplexidade, é quando a Suprema Corte (STF), acata um pedido desses, vergonhoso e imoral, sou admirador da ministra Cármen Lúcia, porém desta feita, sua decisão estará desagradando milhões de brasileiros assim como eu.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva prestassem informações sobre o emprego das Forças Armadas em ações de fronteira, nas terras indígenas e unidades federais de conservação ambiental nos Estado da Amazônia Legal.

Infelizmente, em nosso país o rabo ainda abana o cachorro, é lamentável sob todos os pactos, que um partido político, entre, com um pedido desses, vergonhoso e imoral.

Na verdade, se houvesse seriedade na colocação do partido político, o mesmo deveria estar cobrando de forma acintosa a ausência na Amazônia das Forças Armadas, e não ao contrário.

E fizessem a seguinte pergunta, por que, as Forças Armadas, não estão fazendo o seu papel constitucional de zelar pela defesa da Pátria, pela garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa destes, da lei e da ordem, aí sim teria sentido.

Vamos fazer um breve exercício de memorização, para os mais esquecidos e desatentos, a Amazônia Legal tem uma área de 5.217.423 km², que corresponde a 61% do território brasileiro. Além de abrigar todo o bioma Amazônia brasileiro, ainda contém 20% do bioma Cerrado e parte do Pantanal Matogrossense.

Essa ação  proferida pelo Partido Verde é falaciosa e desprovida de qualquer sustentação de racionalidade, tendo em vista, que o papel do Governo Federal, através das Forças Armadas, é o de salvaguardar o nosso país, fazendo valer a nossa soberania nacional; além de auxiliar especialmente os órgãos de proteção ambiental, especialmente o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

As ações desenvolvidas em um mês de atuação da Verde Brasil 2, foram  realizadas mais de 26 mil inspeções navais e terrestres, vistorias e revistas em embarcações, sendo que 105 foram apreendidas. Além disso, quatro mil veículos foram vistoriados, e 108 retidos por irregularidades. Quase 14 mil metros cúbicos de madeira ilegal foram confiscados, e mais de R$ 99 milhões em multas ambientais foram aplicados nesse período.

Vamos acreditar na preocupação do Partido Verde em proteger e salvaguarda a Amazônia, colocando isso em prática; dos R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral que será rateado entre os partidos.

Seria interessante então, que o Partido Verde mostrasse altruísmo, abrindo mão dos R$ 20,5 milhões, que serão repassados ao mesmo, através do Fundo Eleitoral, e não ficassem fazendo proselitismo; aí sim, acreditaríamos na preocupação do mesmo em proteger a Amazônia.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

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