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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Togado X Cidadão Comum

Na chamada, fiz questão de colocar cidadão comum em caixa alta, pois é esse mesmo cidadão, que através de seu suor e labuta no dia a dia, conseguem pagam rigorosamente seus impostos; que deveriam ser revertidos em ações sociais, melhoria  na qualidade de vida, dando principalmente aos menos favorecidos pela sorte, os expropriados do capital: saúde digna, educação de qualidade, políticas públicas alvissareiras, um salário mínimo digno e por aí vai.

Infelizmente, tentam de todas as formas demonizar o governo eleito democraticamente em 2018, tendo como vencedor inconteste, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que obteve, a bagatela de 57,8 milhões de votos.

Em momento algum estou tentando defender, este ou aquele governo; falo deste, que atualmente governa os destinos do nosso país, há pouco mais de um ano e meio. Estou usando o mesmo como exemplo, na tentativa de mostrar as disparidades exacerbadas que existem entre os poderes constituídos, que são legítimos, porém existindo muitas desigualdades e discrepâncias entre eles, principalmente quando o assunto é relativo, as mordomias e penduricalhos, aí sim, percebemos claramente as disparidades.

Ninguém aqui, está falando em desrespeitar o que preconiza a nossa Constituição vigente em nosso país, que em seu Art.168. “Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos  suplementares e especiais, destinados aos órgãos dos Poderes Legislativos e Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês, em duodécimos, na forma da lei complementar a que se refere o artigo 156,  § 9º”.

Esta narrativa, tem como objetivo, mostrar o que falta para milhões de brasileiros, enquanto, abunda para os togados, esta colocação é na verdade uma afirmativa e não uma pergunta, pois as disparidades são latentes e visíveis.

A exacerbação nas falas proferidas pelos ministros, está começando a incomodar as pessoas pagadoras de impostos neste país, principalmente, quando um togado, por quem tenho maior respeito, reporto-me, ao senhor Ministro Luís Roberto Barroso, hoje, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Quando este vem a público e, profere um verdadeiro besteirol, dizendo “Acho absolutamente normal, que cada Ministro, tenha um funcionário para lhe arrumar o caimento da toga,  e puxar a cadeira para eles sentarem nas cessões plenárias;  e vai mais além, dizendo, que usar toga é uma tarefa complexa, porque ela puxa ela enrosca, é um perigo e por aí vai”.

Neste momento, estarei usando minha prerrogativa de cidadão brasileiro, pautado na liberdade de expressão, que está prevista no art. 5º, inciso IV da Constituição Federal de 1988.

Senhor Ministro Luís Roberto Barroso,  presidente do (TSE), com todo respeito; os senhores, já recebem cerca de  R$ 11.000,00 (onze Mil Reais), de auxílio moradia por mês, de auxílio alimentação é o equivalente a R$ 90.000,00 (noventa Mil Reais), que representa para cada um  dos ministros, 12.000.000,00  (doze Milhões) que eles gastam, não para por ai, no cálculo geral dos seus funcionários, cada ministro tem em média, 220 servidores a disposição, além de tantos outros  penduricalhos; isso, sem falar na alimentação que beira a dos deuses do Olimpo. As comidas são tão sofisticadas, que nem sei pronunciá-las; eu como, carne com mandioca, carne com banana, farofa de banana, bagre ensopado, e quando muito, um bifinho acebolado.

E ainda assim, esse senhor teve a coragem de falar isso em público em alto e bom som; em um país de desigualdades sociais e econômicas gritantes, com 12,9 milhões de desempregados, e os de baixa renda, percebem um salário mínimo  de R$ 1.045,00, e ainda assim, esse senhor  quer que alguém lhe ajeite a toga e puxe sua cadeira, isso é uma vergonha.

Pare o mundo, quero descer.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

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