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domingo, 1 de agosto de 2021

Pedro Taques desafia adversários para debates de ideias: ‘Estão com medinho?’

O candidato ao Senado pela coligação Todos Somos Mato Grosso, ex-governador Pedro Taques (Solidariedade), chamou seus 10 adversários para um debate claro de ideias e propostas. Em entrevista ao programa Opinião, nessa quarta-feira (21), o candidato destacou que não tem medo de debater e que gostaria de ouvir o que os candidatos pensam sobre o pacto federativo e as reformas administrativa e tributária.

Taques lembrou que já passou quase um mês desde o início do pleito eleitoral e os candidatos ao Senado na eleição suplementar ainda não tiveram a oportunidade de debater propostas e expor suas opiniões sobre reformas estruturantes, como o caso dos servidores públicos. “Os outros candidatos não falaram o que pensam sobre estabilidade dos servidores públicos. Os eleitores precisam saber o que eles pensam. Já adianto: eu sou favorável à manutenção da estabilidade dos servidores”, comentou.

No programa, Taques também teve a oportunidade de expor suas propostas sobre a possibilidade de uma política de preço mínimo, para evitar o aumento nos preços, como aconteceu com o arroz recentemente. O candidato destacou que o Brasil não pode fazer uma política de tabelamento de preços, mas pode controlar o estoque do produto por parte da União, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para comercializar nos momentos de maior demanda e assim evitar grandes variações.

Relação com servidores

O candidato reconheceu, durante a entrevista, que sua gestão do governo do estado não foi bem articulada na questão da comunicação ou com os servidores públicos sobre a política de ganhos salariais do Estado e do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). Ele afirmou que a gestão pagou todo o reajuste que foi possível, restando apenas uma parcela a ser quitada, e lembrou que honrou com todos os pagamentos previstos em leis de carreira.

Desde de 2019 os servidores do Estado não recebem o RGA e o governo também não faz o pagamento dos reajuste dos profissionais da Educação, previstos na Lei Complementar 510/2013, também conhecida como política da dobra do poder de compra dos professores.

Defesa das delações

No programa, Taques destacou sua posição em defesa das delações premiadas. Lembrou que estudou o instituto da delação fora do Brasil e entende a importância delas. Porém, ressaltou que foi alvo de delações de forma criminosa, e ponderou que as investigações já duram anos e anos e nada foi provado contra ele, e nem ao menos virou processo.

O comentário foi uma resposta a uma pergunta sobre a Operação Rêmora, que investigou caso de corrupção montado pelo PSDB na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), no período em que Taques governou o Estado. O fato foi um dos mais graves dentro de sua Taques e levou o candidato a abandonar a sigla tucana e a se filiar ao Solidariedade.

Taques lembrou que vários políticos de Mato Grosso foram alvo de delação premiada, mas avaliou que não pode condenar ninguém sem o devido processo legal. Citou ainda que o candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) também é alvo de delação. “Sou a favor de delação e contra o foro por prerrogativa de função. E, se vocês pesquisarem, vão ver que eu votei para que os políticos tenham o seus sigilos levantados”, disse.

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