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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Fórum Sindical marca manifestação e não descarta greve geral em MT

nova proposta da previdência, que visa beneficiar os aposentados e pensionistas do Estado, não agradou em nada o funcionalismo público de Mato Grosso.

A categoria não descarta a possibilidade de vir a deflagrar greve geral no Estado. Em nota emitida nesta segunda-feira (24), o Fórum Sindical informou que irá promover uma manifestação no próximo dia 02, em frente à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).

O ato será realizado a partir das 8 horas, e conforme o sindicato, marcará o início de “uma série de ações progressivas (que poderão culminar em uma greve geral) a serem desenvolvidas pelos servidores públicos enquanto o Governo de Mato Grosso não cumprir na íntegra a lei 10.572/2017 e iniciar as negociações referentes à reposição da inflação de 2019 e às demais perdas salariais”.

“A Reforma da Previdência não está da forma que queremos, querem proteger, com razão, quem ganha até R$ 9 mil e exonerar R$ 3,3 mil. Mas, há muita insatisfação, pois tem muita gente que ganha R$ 9,1 mil, por exemplo. Quem ganha acima de R$ 9 mil vai ficar nesse novelo que está hoje e quem ganha até esse valor vai desonerar até R$ 3,3 mil. Na mensuração, diz que atende até 60% dos aposentados”, afirmou Edmundo Cesar, presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo (Sinpaig-MT).

A nova proposta da previdência, que deverá ser encaminha a Assembleia Legislativa nos próximos dias, prevê a isenção de R$ 3,3 mil para servidores que recebem até R$ 9 mil. Atualmente, o desconto existe até o teto de R$ 3,3 mil.

Com relação a Revisão Geral Anual (RGA), os servidores cobram o pagamento integral referente a 2018. A categoria não está contente com o pagamento de 2% do benefício daquele ano, anunciados pelo Governo do Estado na folha de maio.

Eles cobram o pagamento de, ao menos 6,19% da RGA, tendo em vistas as perdas salarias sofridas desde então. “Nós estamos sem receber RGA desde 2018, a perda desse período é de 21,19% e o governo propõe 2%, que o Tribunal de Contas falou. Nós não estamos aceitando esse posicionamento do governo e nós queremos receber ao menos a lei 10.572/2017, que é 6,19%”, enfatizou Edmundo.

A referida lei fixa o índice de correção da Revisão Geral Anual (RGA) do subsídio dos servidores públicos civis e militares, ativos, inativos e pensionistas do Poder Executivo de Mato Grosso, para os anos de 2017 e 2018.

Abraão Ribeiro
Única News

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