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sexta-feira, 11 de junho de 2021

Gaeco desfaz grupo criminoso que emitia diplomas falsos; lucro chegou à R$ 1 milhão

Na operação Zircônia, deflagrada nesta quinta-feira (27), o grupo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) apreendeu cerca de 130 diplomas e 110 históricos escolares falsos que gerou um prejuízo de quase um milhão de reais a dezenas de alunos.

Os mesmos, foram tratados como vítimas do esquema pelo Gaeco e pelo Ministério Público do Estado. Que emitiu mandados de busca e apreensão contra 15 pessoas e contra as três faculdades e bloqueio de R$ 910 mil, além de veículos dos investigados.

Os membros da organização criminosa, devidamente estruturada e dividida em cinco grupos, utilizavam indevidamente o nome do Centro Universitário Internacional (Uninter), instituição de ensino com sede em Curitiba (PR) para enganar as vítimas.

Foi concluído que o esquema ainda estava no começo, mas já havia rendido quase R$ 1 milhão aos integrantes do grupo criminoso. Isso porque, cada diploma custava em média R$ 7 mil para cada aluno, que na verdade, era pago pelo curso em si, o que automaticamente dava direito ao diploma no final.

De acordo com a decisão assinada pela juíza Ana Cristina da Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, para deixar mais autêntico, os criminosos valiam de outros meios fraudulento, tais como a realização de colação de grau dos alunos em Hotel Fazenda, fazendo os alunos crerem na ‘autenticidade’ dos documentos entregues, obtendo assim, expressiva vantagem ilícita, consistente nos pagamentos dos cursos.

A magistrada negou a prisão do grupo e avaliou como suficiente apenas a colocação de tornozeleira eletrônica e proibição de manterem contato entre si.

Veja lista dos envolvidos:

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