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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

EP vê boicote às vacinas extras; reafirma uso político da PC e crê que está sendo grampeado

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), mesmo sem citar nomes, insinuou que existiu um boicote no envio de vacinas extras contra Covid-19, que seriam encaminhadas pelo Ministério da Saúde à capital como “recompensa” pela Copa América. A declaração foi dada na tarde desta quarta-feira (23), durante conversa com a imprensa, no auditório do Palácio Alencastro.

“Estranhamente de uma hora para outra, com uma pressão política no ar. Isso é repugnante, estranhamente estão querendo mudar o compromissado com Cuiabá e recuar, um compromisso publicamente firmado pelo Governo Federal”, declarou o prefeito.

“Pelo visto estão tentando boicotar Cuiabá. Eu não sei como é que existem pessoas com esse caráter, com essa coragem. Estão tentando boicotar, tudo porque a pequenez do pensamento, de que se vierem vacinas para Cuiabá pode crescer politicamente o Emanuelzinho e o Emanuel Pinheiro”, acrescentou, insinuando que esta articulação teria partido de lideranças do Governo do Estado.

Pinheiro voltou a criticar a gestão de Mendes e afirma que o governador “vibrou de alegria” com a informação de que, supostamente, as vacinas não serão encaminhadas. “Esse governo já está fadado ao fracasso, já está no fim e agonizando. E começa a se portar de uma forma que enoja a população cuiabana e que tem reflexo no Estado. Essa conduta de uma vibração, que eles não estão conseguindo esconder a alegria desse suposto, ou quase recuo do Governo Federal, e vibraram, quando deveriam se unir, não a Emanuel e Emanuelzinho, mas a Cuiabá. Todo mundo sentiu-se constrangido com a conduta, mas também esperar o que de um Governo cruel” destacou.

 

Ele ainda reforçou que deve se reunir com representantes do interior do Estado para discutir a possibilidade de um novo modelo de gestão, independente de que seja candidato ou não ao Governo do Estado nas próximas eleições. “Eu vou continuar trabalhando muito por Cuiabá, vou também atender aos convites do interior do estado, vou visitar e discutir um novo modelo de gestão para Mato Grosso, diferente do que está aí”, frisou, negando que está definido que será candidato no próximo ano. “Esse modelo eu quero discutir no Estado, independente de quem vai ser o cabeça” disse Pinheiro.

PERSEGUIÇÃO

Em relação às investigações da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), Emanuel afirma que o titular da unidade, o delegado Eduardo Botelho, está alinhado com Mauro Mendes e promove uma perseguição para atingir politicamente sua gestão. “Durante três anos e meio a minha gestão foi um exemplo, de julho do ano passado pra cá, quando começou o período eleitoral, especialmente a Deccor desandou a mirar Cuiabá, esquecer que existem outros órgãos, instituições e poderes no Estado. Parece que Mato Grosso é só Cuiabá. Começam muitas vezes a forçar a barra para tentar atingir politicamente Emanuel Pinheiro e minha gestão”, comentou.

Nos últimos meses, a Deccor deflagrou a Operação “Chave de Ouro”, que apura o  desvio de aproximadamente R$ 1,4 milhão dos cofres da Empresa Cuiabana de zeladoria e Serviços Urbanos  (Limpurb) e a Operação “Sinal Vermelho”, que  investiga irregularidades nos contratos dos semáforos inteligentes e resultou no afastamento de Antenor Figueiredo.

A Prefeitura também é investigada na Operação “Autofagia”, que apura “rachadinha” na Coordenadoria de Saúde Bucal da Secretaria Municipal de Saúde (SES), na Operação “Overpriced”, que investiga Luiz Antônio Possas de Carvalho por superfaturamento na compra de medicamentos contra a Covid-19.  Além da investigação dos medicamentos vencidos na Central de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá (CDMIC).

“Foi começar o período eleitoral que começou essa perseguição implacável que vai desaguar em 2022, esse medo que o Governo do Estado está com a possível candidatura ao Governo e quer me ganhar na baixaria, no uso da máquina, no repugnante uso do aparelho estatal para tentar destruir um adversário. Esse homem é um mentor intelectual de toda essa baixaria para tentar me destruir”, afirmou Emanuel.

Pinheiro ainda destaca que é a favor e colabora com as investigações. Mas, que a Delegacia também deveria investigar todo o Estado. “Se precisar de denúncia, eu tenho e posso mandar entregar, tenho mais de dez. Vamos ver se vão ter o mesmo interesse. Quero que continuem investigando Cuiabá, mas exijo como cidadão e prefeito que também cumpram o seu papel e investiguem o estado”, concluiu.

Em meio às investigações, Emanuel ainda comentou que acredita que está sendo grampeado. “Eu acho até que já sou, pelo nível que Governo que está, pela conduta desse pessoal acho até que já estou sendo grampeado, mas não tenho preocupação com isso”, afirmou o prefeito.

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