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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Câmara de Cuiabá retoma recesso de julho

Os vereadores de Cuiabá aprovaram por 21 votos favoráveis, em sessão ordinária desta terça-feira (20.07) o projeto de lei que retoma o recesso do mês de julho. De autoria do vereador Chico 2000 (PL), o projeto cita que a Câmara reunir-se-á anualmente na sede do município, “de 02 de fevereiro a 17 de julho e de 1ª de agosto a 22 de dezembro”.

Ao responder à declaração do vereador Diego Guimarães (Cidadania), que acusou os colegas de enganarem a população por extinguir essa “folga” em ano eleitoral, Chico 2000, que foi candidato à reeleição, lembrou que votou contrário ao fim do recesso no ano anterior.

“Essa votação se deu em 2020, ano de eleição, e o vereador Chico 2000 se posicionou contrário. `Preciso deixar mais uma vez registrado que a Constituição Federal não garante privilégio, ela estabelece direitos e deveres, mas nunca privilégio, portanto isto não é busca ou defesa de privilégio, isso é busca ou defesa de direitos de todos”, declarou autor da proposta.

Ao justificar seu voto favorável ao recesso, a vereadora Edna Sampaio (PT) afirmou que não será confundida com aqueles que fazem mau uso do tempo e do recurso público. Sampaio lembrou que trabalhou em janeiro sem tirar férias e avaliou que os contrários ao recesso fazem falso moralismo.

“Não vejo nenhuma irregularidade, nenhuma imoralidade. Acho sim, um falso moralismo, queremos aqui interditar um debate uma discussão sobre a importância do recesso, porque somos seres humanos, somos pessoas e precisamos sim, de tempo para nos recuperar dessa atividade mais que intensa, que é a atividade política, trabalhamos de manhã, de tarde, de noite, finais de semana. Não temos jornada de trabalho definida, nem a vereadora, nem a sua equipe. Desse modo, eu não me engano e não entro em falsas teses moralistas, que só servem para enganar a população”, declarou Sampaio, garantindo que se tivesse na legislatura passada votaria contra o fim do recesso.

Já a vereadora Michelly Alencar (DEM) votou contrário e justificou que foi por convicção, garantindo que seu posicionamento não é falso moralismo. A vereadora criticou a compreensão dúbia que gera a legislação ao lembrar que foi criticada por viajar com a família nas férias de janeiro.

“Isso acaba tendo uma compreensão dúbia porque é um recesso e não férias, como aqui fica essa compreensão. Então posso tirar férias? Se eu tirar férias eu estarei ok ou não? Então tudo que gera essa dúvida desde que entrei aqui, porque quando eu tirei recesso parlamentar e eu tirei 10 dias de férias, descontado do meu salário, fui muito criticada. Então se aqui é um recesso e eu for viajar, serei criticada novamente. Que fique claro, trabalharemos 30 dias e recesso não é férias”, declarou Alencar.

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