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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Emanuel não aponta saída para ‘filas dos ossinhos’, diz que Mendes ‘terceiriza’ tudo, mas admite que fome é uma violência

Em entrevista nesta quinta-feira(29), à Rádio CBN Cuiabá, o prefeito emedebista, Emanuel Pinheiro, optou em apontar que ‘Cuiabá é muito mais do que as cenas que têm sido mostradas pelas redes sociais e que se tornaram destaque em nível nacional’, mostrando centenas de pessoas, em filas quilômetricas à espera de conseguirem ‘ossinhos’ de boi, ainda com um ‘restinho de carne’, no açougue do Atacadão da Carne, no bairro CPA II, na capital. O vídeo das filas viralizou nas redes sociais e se tornaram temas de reportagens nas redes Globo e Record e no último domingo(25), ganhou destaque no Programa Fantástico.

O prefeito da capital ainda retrucou fala recente do governador democrata, Mauro Mendes, que teria dito que o episódio deveria, em particular, ser resolvido pela administração da capital, ‘já que o prefeito adora apontar sua administração humanizada’. Para Pinheiro, o gestor estadual não o surpreende mais. Assim suas contraposições não seriam nenhuma novidade, assegurando, que o governador terceiriza tudo. “O governador adora terceirizar tudo. Como ele está fazendo agora com a vacinação. Só falta tributar as vacinas’.

Pontuando que Mendes, além de agredir a inteligência do povo estaria afrontando a constituição federal. Mesmo que a primeira-dama, Virgínia Mendes, tenha acompanhado nesta quarta-feira (28), juntamente com a equipe de assistência social, a entregas de ‘ossos’, no CPA II, onde realizou a distribuição de dezenas de cestas básicas com alimentos e itens de limpeza e higiene, além de cobertores para a população que estava na fila do açougue.

Já Emanuel garante que sua prioridade é a promoção de políticas públicas que, de fato, realizem a inclusão social, a curto médio e longo prazo. “Por exemplo, só na Educação temos ajudado neste período da pandemia, mais de 30 mil alunos e seus familiares, com o kit alimentação mesmo com aulas não presenciais e apenas aulas remotas. Assim, nós temos alimentando não só eles mas toda sua família. Pois como tem mãe com sete filhos, todos recebem o kit, assim, hoje são quase 30 mil crianças e seus familiares”.

O prefeito emedebista também apontou o trabalho que sua esposa, a primeira-dama da capital, Márcia Pinheiro realiza, ao liderar, com eficiência, uma politica de inclusão e de justiça social, entregando milhares de cobertores, de cestas básicas e kits alimentação para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Sem fazer demagogia, a Marcia ainda lidera o Qualifica Cuiabá 300, ajudando a formar mais de 4 mil mulheres, nas mais diversas atividades, em parceria com o Senai. Assegurando que elas ajudem na renda famiiar. Isto é justiça social. Sem dar uma mão e tirar com a outra, mas com o intuito de ser solidários, reduzindo os desníveis sociais”.

Asseverando que, porém, a fome é diária, após ser novamente questionado sobre as famílias que formam filas gigantescas à espera da dessosa do boi. Para Emanuel, estas cenas revelam que a fome é a maior violência que existe contra o ser humano, contudo, este seria um episódio comum hoje no país, que vive sérias complicações sociais. “Eu prefio acreditar na bondade do cuiabano, como o dono do açougue, o Doca, que virou uma figura emblemática, pois realiza esta ação há mais de 10 anos. Mas os problemas sociais sempre existiram. Assim, prefiro criar politica públicas efetivas para que as pessoas possam, com seu trabalho, alimentar sua família. Ainda que eu saiba que, infelizmente tem muita gente passando fome”.

Pinheiro ainda voltou a se esquivar do assunto, ao ser perguntando sobre a possibilidade de reeditar o Programa Renda Solidária que no ano passado, durante três meses, repassou à algumas categorias, R$ 500,00. E se poderia fazê-lo novamente diante de tantas pessoas vivendo em extrema pobreza. Apontando, inclusive, que muitas pessoas chegaram a fazer alusão à ajuda dada por ele, por conta do ano eleitoral, quando disputou a reeleição.

De acordo com o prefeito, sua equipe, em particular, seu secretário de Governo, Luiz Claúdio e a secretária municipal de Cultura, Lazer e Esporte, Carlina Jacob -, estariam estudando uma forma de reeditar o programa, mas como o anterior, a redistribuição de renda seria aportada para alguns segmentos que foram mais impactados com a pandemia, em especial, pessoas que trabalham na vida noturna, como garçons, cozinheiros, enfim pessoas que trabalham em bares e restaurantes. E ainda na área de cultura e esporte, após o fim dos espetáculos culturais e com a proibição do futebol, como esporte amador.

Admitindo, entretanto, que ainda é difícil fechar estes números, ao frisar que sua adminsitração estaria sem fluxo de caixa. “Estamos estudando e se tivermos a possibilidade de fazermos a Renda Solidaria II, faremos. E gostaria de projetar o mesmo aporte do ano passado, de meio salário”.

E sem responder o suposto caráter eleitoreiro, proposto pelo programa Renda Solidária, apontado por seus adversários, Pinheiro se limitou a revelar que o programa teria sido criado em um momento severo da pandemia. E que para completar os recursos repassados para alguns segmentos, ele teria colocado à disposição sua Verba Indenizatória(VI), como ainda teria feito seus secretários que, igualmente, no príodo dos três meses do repasse abriram mão de suas VIs.

“Olha, quando criamos o Programa Renda Solidária, estávamos no meio da pandemia e com decretos severos de biossegurança no enfrentamento à covid-19, assim, algumas categorias foram duramente impactadas. Porque no meio da pandemia tiveram enormes dificuldades de levar o alimentos para suas casas, como feirantes que não puderam vender seus produtos, pois as feiras estavam suspensas. Os motoristas de transporte escolar que não podiam atender os alunos, já que as aulas estavam suspensas pela prefeitura. Também os carroceiros, pela idade que foram, igualmente, penalizados e pessoas que moravam no lixão porque não tinham como buscar renda e alimentar suas famílias. Por isso fizemos esta transferência de renda durante três meses, onde até a minha VI[Verba Indenizatória] e a de todos os secretários foram colocados à disposição do Programa como forma de completar o recurso”.

 

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