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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Homem pede 40 milhões após sofrer racismo em loja de shopping

Após o caso de racismo em uma loja do Shopping Pantanal, em Cuiabá, as instituições Educafro (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes) e Centro Santo Dias de Direitos Humanos, protocolizaram uma ação em face da loja Studio Z para reparação de dano moral coletivo e dano social em virtude de ato racista. Há pedido de indenização no valor de R$ 40 milhões.

A empresa administradora do Shopping Pantanal (Ancar Ivanhoe) também é parte acionada.

Conforme os autos, em junho de 2021 pessoa identificada como Paulo Arifa comprou um par de sapatos na loja Studio Z localizada no Shopping Pantanal e pagou em espécie, com uma nota de R$ 100, recebendo troco de R$ 20.

O cliente calçou o par de sapatos ainda no estabelecimento e saiu. Posteriormente, após sair de outra loja, ele foi abordado por um grupo de cinco seguranças do Shopping Pantanal e uma vendedora do Studio Z. A mulher acusou Arifa de ter furtado o par de sapatos.

Paulo Arifa narrou que ficou constrangido e tentou encontrar a nota fiscal do produto, mas estava muito nervoso e não localizou o comprovante. O cliente relatou que mostrou os R$ 20 que recebeu de troco na loja de calçados, para provar que pagou pelo produto. Porém, segundo Paulo, os seguranças disseram que aquilo não era uma prova.

“A situação somente foi contornada após Paulo conseguir ligar para a chefe dele e informar sobre a situação, que teve de ir ao shopping para ajudar. Após a chefe defender o servidor diante dos seguranças e alegar que ele tinha uma reunião em poucos minutos, Paulo foi liberado”, diz trecho da ação.

Ao sair do shopping, após reunião de trabalho, Paulo acabou encontrando a nota fiscal no bolso da bermuda que usava antes de comprar as roupas novas. Assim, voltou ao shopping com sua chefe para mostrar a nota fiscal na direção do shopping e explicar que não havia roubado o calçado.

“Definitivamente, aqui não se cuida dos direitos individuais das vítimas, mas do direito da coletividade de não estar submetida ao risco mínimo de reiteração de condutas dessa natureza, bem como o de ver reparado o dano causado ao senso coletivo de justiça e igualdade racial”, diz trecho da ação.

As associações pedem que a ação seja julgada procedente a ação civil pública para que a empresa seja condenada ao pagamento, de forma solidária, de indenização por dano moral coletivo e dano social no valor de R$ 40 mi.

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