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segunda-feira, 23 de maio de 2022

Radical

Nessa semana, nos dias em que estive viajando de férias, tive tempo para dialogar e filosofar sobre muitos assuntos, alguns desses adormecidos pelo tempo, e entre uma conversa e outra, discuti com um amigo sobre a palavra RADICAL.
Já fui chamada, por inumeras vezes de radical. Jamais pensei que seria radical no sentido pejorativo da palavra, ou assim chamada publicamente, exatamente porque eu peço a justiça social, a equidade e a democracia.
Nesse diálogo, estive justamente falando que não me ofendo com a palavra radical, e que essa palavra é muito usada de forma depreciativa.
Querem ver como sou radical e como não tenho como deixar de sê-lo em vários âmbitos? Por exemplo, sou radicalmente a favor da integridade aos povos indígenas contra os ataques criminosos e invasões de suas terras por parte de garimpeiros, madeireiros e grileiros.
Sou radical nesse aspecto porque a política anti-indígena e anti-ambiental incentiva a liberação da mineração e de outras atividades predatórias e ilegais em terras indígenas e coloca em prática um pacote de destruição do meio ambiente, quase extinguiu a proteção aos povos indígenas.
Sou radicalmente a favor do passaporte da vacina (nem vou dizer mais o motivo, porque de óbvio já está maçante a justificativa e não estou aqui fazendo texto para discutir com bolsominion ).

Tenho me comportado de forma radical e sustentado em voga a importância da vacinação infantil contra a COVID 19, pois em qualquer regime jurídico civilizado, não se pode acreditar bisonhamente em tudo o que for anticientifico. Inevitavelmente quem propaga esse anticientificismo são os mesmos grupos de pessoas que nessa pandemia se comportaram contra o lockdow, contra o uso de máscaras, contra a vacina. Grupos que ignoram evidências para se opor a vacinas à crença infundada de que a Terra seria plana, movimentos que negam a ciência ganharam espaço no debate público ao longo dessa década.

Minha mensagem é para além de desmistificar a palavra RADICAL, é mais para dizer: Estejamos em alerta! Sejamos radical até com os “gurus da sensatez” que aceitam a possibilidade das pessoas “escolherem a não se vacinarem”. O pior desses discursos para mim ainda é reveberar que o melhor para a população de crianças e adolescentes (que tardiamente serão contemplados com a vacinação) será o que os “seus pais decidirem”.
(Atenção políticos: Nao dá para transitar entre os favoráveis a vacinação e os antivacinas. O discurso é um só!).

Por fim, sejamos radical sim ao defender as crianças e os adolescentes como bem pregoa a nossa Constituição Cidadã de 88 em seu artigo 227:
‘É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.’ (Redação dada Pela Emenda Constitucional).

Ah, e nunca deixei de ser radical ao crer e dizer que a causa da superlotação dos hospitais e mortes é resultado da falta de políticas específicas para a COVID 19; falta de campanhas massificadas; e a falta sensibilidade reinante daquele que atualmente governa essa nação.

Leticia prado

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