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quarta-feira, 19 de junho de 2024

Pequenos negócios movimentam o Carnaval no setor da economia criativa e sustentabilidade

O Carnaval, uma das festividades mais aguardadas no Brasil, é marcado pela alegria, música e cultura. Além de ser uma celebração tradicional, o mercado carnavalesco representa uma oportunidade significativa para os pequenos negócios, impulsionando a economia criativa e sustentável em diversas comunidades.

A economia criativa, que engloba 56 setores no empreendedorismo, como moda, audiovisual, música, artesanato, artes cênicas e visuais, desempenha um papel crucial na promoção da inovação e da diversidade cultural durante o Carnaval. Este setor representa 1,2% do PIB de Mato Grosso, totalizando cerca de R$ 200 milhões anuais.

No entanto, apesar do potencial, há uma parcela de empreendedores que não reconhece a capacidade de seus negócios. Segundo Felipo Abreu, gestor do Núcleo de Economia Criativa da Gerência de Competitividade do Sebrae/MT (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso), muitos empreendedores, embora talentosos e criativos, enfrentam dificuldades para estruturarem seus negócios de maneira consistente e sustentável ao longo do ano, o que por muitas vezes, os levam a perder a oportunidade de lucrar com o Carnaval.

“Temos um perfil majoritariamente informal nessas cadeias produtivas e eles muitas vezes não veem a formalização do trabalho como oportunidade de negócio. Embora talentosos e criativos, muitos empreendedores enfrentam desafios para estruturar seus negócios de maneira consistente e responsável e acabaram se afastando do Carnaval. Pensando nisso, a equipe do Sebrae/MT já entrou neste circuito para alinhar com eles estratégias e direcionamentos voltados a estas questões, já fizemos uma primeira reunião e seguiremos com processos de validação e constituição de soluções para este setor”, pontuou Felipe.

Em relação ao pré-Carnaval 2024, o Sebrae/MT busca desenvolver soluções para auxiliar os empreendedores na gestão financeira de seus blocos e eventos. Essas soluções incluem capacitações e consultorias especializadas, adaptadas às necessidades específicas de cada grupo, como escolas de samba e blocos.

“A ideia é proporcionar uma jornada completa, abordando questões como gestão, prestação de contas e captação de recursos, visando fortalecer o setor do Carnaval ao longo de todo o ano”, explica Felipo Abreu. Para mais informações sobre a nova capacitação entre em contato com o atendimento da Agência Cuiabá pelo telefone 0800 570 0800.

Oportunidades e estratégias

De acordo com uma pesquisa do Sebrae/MT, mesmo em meio às mudanças e adaptações causadas pela pandemia, cerca de 5% dos entrevistados planejam celebrar o Carnaval de 2024. Destes, 61% devem participar dos blocos de rua, enquanto 28% optarão por festas privadas, destacando a resiliência cultural e o potencial econômico do Carnaval para os empreendedores locais.

Felipo ressalta que a formalização desses empreendedores é essencial para abrir portas para obter acesso a recursos e empréstimos especializados que podem impulsionar o crescimento do negócio.

“O fortalecimento dos pequenos empreendimentos, seja na área de alimentação, figurinos, música ou turismo, é crucial para o desenvolvimento sustentável do mercado do Carnaval, especialmente considerando a interconexão entre essas áreas. Então, é muito importante que os empreendedores percebam sua importância como agentes influentes nesse mercado e busquem a formalização de seus negócios. A formalização não apenas garante acesso a recursos e financiamentos para impulsionar o crescimento, mas também permite a criação de uma rede de desenvolvimento que viabiliza a atuação ao longo do ano, e não apenas durante o período do Carnaval”, afirma o gestor de economia criativa.

O gasto médio previsto por folião é de R$320, com a alimentação representando 72% dos gastos, seguida por fantasias e adereços, com 15%. Esses dados ressaltam a importância dos pequenos negócios no fornecimento de produtos e serviços que sustentam a atmosfera festiva do Carnaval. Edinete Bezerra, uma costureira que atua há 29 anos, é um exemplo desse empenho, ela já organizou seu estoque e a agenda para atender às demandas dos clientes.

“Trabalho com projetos e com calendário de datas e eventos para conseguir atender as demandas. Já tenho clientes fechados que pediram a personalização de abadás. Nesse período faço estoque de tecidos brilhoso, com lantejoulas, fitas coloridas e vários outros adereços e, para mim, é muito importante estar formalizada pelas vantagens em taxação fora do estado e segurança previdenciária”, explica Edinete que se tornou MEI em 2011.

Economia circular

Além de impulsionar a economia, é importante destacar o papel dos pequenos negócios na promoção da sustentabilidade e responsabilidade social durante o Carnaval. Iniciativas como o uso de materiais recicláveis (inclusive na confecção de roupas e acessórios), a redução do desperdício de alimentos e a valorização da mão de obra local contribuem para um Carnaval mais sustentável e inclusivo.

Para se destacar no setor de eventos, o pequeno empresário pode contar com o apoio do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), que oferece conteúdo infográfico para a criação de eventos sustentáveis e até de evento neutro. A analista técnica Laís Campos, que é responsável pelas ações alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do CSS, destaca o Carnaval como uma oportunidade para promover práticas mais sustentáveis e conscientes.

“A neutralização de eventos pode envolver diversas estratégias, desde a redução do uso de materiais não-recicláveis até a compensação das emissões de carbono geradas pelo evento. Existem diferentes métodos de neutralização, e é essencial que os organizadores estejam abertos a explorar essas opções e implementá-las de forma eficaz”, explica Laís.

Ao promover eventos mais neutros e sustentáveis é de grande importância integrar uma abordagem socialmente responsável, que se alinha às práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança). Isso inclui promover a diversidade, o respeito e a inclusão, especialmente em questões de gênero e raça. “É hora de repensar a forma como organizamos e participamos dos eventos carnavalescos, buscando torná-los mais neutros, sustentáveis e inclusivos”, finaliza.

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